Retorno ao blog depois de férias atribuladas e sem grandes espaços para o prazer do ócio, já que a saúde pregou-me algumas partidas.
Recomeço,no entanto, por falar um bocadinho da queda de ídolos, do valor da humildade, da verificação da eficácia dos velhos truques ou de algumas antigas receitas. Mesmo após algumas leituras feitas ao longo dos anos, conjugadas pela experiência num jogo que acho simplesmente apaixonante, o comportamento da selecção americana não deixou de me surpreender.
Não só foi simplesmente esmagada no seu jogo inaugural com Porto Rico, mas reduzida a uma dimensão de vulgaridade estranha. Os figurantes do unico e verdadeiro Dream Team devem ter assitido a esta exibição com um sabor bem amargo na boca. Os jogadores não correm, não saltam, não têm alegria de jogo, parece que estão ali a fazer aum frete tremendo. Chega a ser um insulto ao espirito olímpico.
Mas mais estranho, tendo em conta as circunstâncias presentes e o orgulho americano, é a falta de desejo em vingar uma imagem vergonhosa dada em Indianápolis. Como se os jogadores se estivessem a borrifar para aquela camisola ( como o lindo serviço que fizemos contra o Iraque, por exemplo), passeando numa sobranceria própria de quem não está para se chatear.
Como disse um amigo meu, esta não é a Dream Team, mas sim a Scream Team.
A seguir vem a Grécia. Se os americanos resolverem acordar, coitados dos helénicos. Se se mantiverem naquela modorra, a grécia vai simplesmente passear em casa. Continuando a iconoclastia.
Sem comentários:
Publicar um comentário