Como é que este tipo pode ser director do Público? Como é que um homem que tem tanta experiência em jornalismo pode achar que alguém como Rocco Buttiglione deixaria as suas convicções de parte na condução da pasta que lhe fora proposta?
Achar que alguém capaz de afirmações daquele calibre seja isento e objectivo na condução das suas políticas é, no mínimo, ingenuidade. Porque aqui não se trata de atacar o catolecismo ( porque é doutrina que já faz mal a si mesma que chegue) mas sim ideias que assentam em discriminações absurdas e inqualificáveis. Alguém consegue crer que um comissário que ficaria responsável , por exemplo, por assuntos relativos á não discriminação, não levaria estas ideias segregacionistas e machistas para a construção das suas políticas?
Acusar as pessoas que se insurgiram contra algo assim de anti-clericalismo é de uma pobreza de espírito primária e a todas vacuidade de argumentos.
De JMF já espero tudo, sinceramente....
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