ESTAÇÕES DIFERENTES

"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."

Stephen King - "Different Seasons"


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quinta-feira, dezembro 16, 2004

Gravity

Lost again
Broken and weary
Unable to find my way
Tail in hand
Dizzy and clearly unable to
Just let this go

I am surrendering to the gravity and the unknown
Catch me heal me lift me back up to the sun
I choose to live

I fell again Like a baby unable to stand on my own
Tail in hand Dizzy and clearly unable to just let this go
High and surrendering to the gravity and the unknown
Catch me heal me lift me back up to the sun I choose to live,
I choose to live, I choose to live
Catch me heal me lift me back up to the sun
Help me survive the bottom
Calm these hands before they
Snare another pill and
Drive another nail down another
Needy hole please release me
I am surrendering to the gravity and the unknown
Catch me heal me lift me back up to the sun
I choose to live, I choose to live


Maynard James Keenan
Perfect Circle - 13th Step
(Para mim o melhor álbum do ano passado.)


2 comentários:

Patrícia disse...

Tive vontade de ler os primeiros textos, de entender o início. E quis comentar, mas não era possível. Então vim aqui. Momento duro na tua e na minha vida, ainda sem se terem cruzado. Vim dizer-te que sinto a tua falta até à dor profunda que insiste em se tornar líquida. Vim dizer-te que te quero e me angustio ante a impossibilidade. Vim dizer-te que oiço (leio) os conselhos mais abstractos (e um ou outro proveniente de quem sabe um pouco mais) e engulo os gritos "Eu sei! Eu também faria isso no meu lugar..."... Faria... Mas não faço, não quero... Será assim tão absurdo alimentar a esperança de algo mais? Será assim tão incongruente acreditar que não és movido por qualquer má intenção, que não me usas, ao contrário do que dita o senso comum? Debato-me entre a racionalidade e a emotividade, e esta sempre levou a melhor. E cada dia é uma perfeita incógnita. Não há segurança, não há constância, não há alimento para este sentimento que, ainda assim, teima em enraizar-se. Admiro-te tanto, tanto... Não podes imaginar o orgulho que despertas em mim, por seres quem és... Assim, em abstracto, sem estares, de algum modo, ligado a mim. Embevecimento por ter conhecido akguém assim... és único... e eu acabei de misturar tudo, como sempre, como me sinto... míriade de emoções...

Patrícia disse...

Olá blogger anónimo(a). Obrigada pelo conselho. Palavras sábias, sem dúvida. Tu, melhor do que eu, seberás que o SK não sabe que recebeu este comentário. Só não sei como é que tu sabes, como é que tu recebes as notificações que deveriam ir ter a ele.
Gostava de saber o que te levou a escrever-me. E quem és. É óbvio que um nome pouco diz, mas repara, não peço mais do que o que dou (em nada na minha vida). Tens o meu nome, o meu endereço de email, o meu rosto e parte da minha vida exposta no meu blog. Dirijo-me às pessoas, revelo opiniões, pontos de vista, fraquezas. Mas assumo-as. Assim como assumo o meu amor, por muito pouco que ele possa valer e por nada que possa interessar a quem ler isto (pelos vistos, apenas tu te encaixas neste último grupo). Não me considero corajosa. Mas agarro com os dentes tudo aquilo que digo, que sou. Não me escondo. "Olha-me nos olhos" e diz-me o que tiveres a dizer.