RED LAKE, Minn., March 22
Before Monday, before his storm of bullets that left 10 people on this Indian reservation dead, Jeff Weise was rarely noticed here. But when he was, people saw a confused, brooding teenager with few friends, a peculiar attraction to Nazism and a lifetime, already, of family troubles.
He was a loner, in part, by happenstance, his parents having vanished from his life because of quieter tragedies. Emily Parkhurst, who like many other residents of the Red Lake Indian Reservation knew nearly everyone killed or hurt in the shootings, said Mr. Weise's father shot himself to death four years ago. Not long after that, Mr. Weise's mother was in a serious car accident that left her using a wheelchair and living in a nursing home.
"It was a lot to handle for a kid with no one to guide him or help him," Ms. Parkhurst said. "Nobody took the time to get to know him either."
Bem, pelos vistos as histórias que antecedem tragédias têm um cunho comum. A miséria humana não raras vezes descamba em violência.
Claro que para certas facções mais conservadoras, isto resolve-se com segurança e vigilância. Pelo afunilamento das liberdades pessoais e direitos cívicos. Os mesmos tipos que no entanto acham bem que se comercialize armas como se fossem pacotes de cereais ou pensos rápidos.
Mas este tipo de coisas resolve-se com educação, com inserção social. Porque a violência na sociedade é nada mais que um produto do seu próprio peso, apoiado nos seus excluídos. Que como cobras, mordem mortalmente quando pisadas.
É o pior massacre desde Columbine, a avaliar pelos jornais norte-americanos. E deve dar que pensar aos defensores da venda liberalizada de armas. E a muito mais gente...
1 comentário:
Deveria dar para pensar a muita gente, mas os lobbies...
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