ESTAÇÕES DIFERENTES

"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."

Stephen King - "Different Seasons"


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quarta-feira, março 30, 2005

VERGONHA
Ontem ficou demonstrado o estado em que está o nosso país. A impunidade com que se cometem crimes, como alguns são claramente filhos da mãe e outros filhos da puta.
Ontem o Administrador da Vicaima mostrou a face do empresário médio nacional. Num simulacro de Avelino Ferreira Torres, o desmascarado importador de madeiras proibidas agrediu um repórter de imagem, proferiu injúrias, e demonstrou até que ponto pode ir o desplante, o descaramento e a falta de consciência.
Ontem as forças de segurança mostraram que, por vezes, tudo o que de mal se diz delas ainda é pouco. O argumento de que nada foi testemunhado em flagrante é uma mentira grosseira e repugnante, quanto mais não seja porque um dos GNR interviu momentos depois para impedir a continuidade da agressão, como foi visível na peça televisiva. Quando um dos repórteres faz um gesto para que o GNR identifique o agressor, ele limita-se a encolher om ombros, na expressão palpalva escondida por detrás do bigode e óculos escuros. Uma vergonha.
Achei especial piada ao facto destes energúmenos mandarem o repórter trabalhar, como se ele não estivesse ali em trabalho, como se a sua função fosse menos digna que a de importador de materiais proibidos por ser um claro atentado à conservação da natureza. Por motivos ornamentais, porra!? Madeira rara da floresta virgem para fazer móveis? É só a mim que isto parece absolutamente injustificável e incompreensível?
Bem sei que os jornalistas nem sempre são o mais imaculado exemplo de ética profissional, e muitas vezes cruzam o risco. Mas alguém viu ali um exemplo disso? Alguém viu ali senão a denúncia á opinião pública de um caso claro de violação da lei que passou impune?
E o melhor é ouvir certos sectores de opinião, que já não surpreendem, desculpar a atitude do administrador e mesmo da empresa...
Que país...
Já agora, a Vicaima e outras que tais que leiam este artigo. Não que lhes interesse, ou que sejam capazes de entender, mas enfim...

1 comentário:

Anónimo disse...

ECCE HOMO
Os Ensinamentos
do GUÉLANISMO
Canto II
Os Ensinamentos do Comandante
Não há nada mais simples do que encontrar um livro sobre a RIAPA. Em 99% dos casos são elogios, porque as suas teses sempre inspiraram os sábios ao longo dos tempos. E daí o renascimento contínuo do Comandante Guélas e a sua presença constante por detrás dos acontecimentos históricos. O seu livro "RIAPA ou Morte" é um "best-seller" a nível mundial, das leituras na Net nos últimos dois anos. Dizem os entendidos que já se venderam vinte milhões de exemplares, e que muitos comunistas já se converteram ao Guélanismo. A sua mensagem passa, de boca em boca, e por via escrita. Esta mensagem deve-se ao desencanto da racionalidade e do cansaço da Esquerda, com todos os seus efeitos de faltas de resposta para a grande questão do Milhas: porque é que em vim para este mundo?.
E com isto fica respondida a eterna questão, a Morte, porque ou RIAPA ou Morte. É simples, muito simples. O Comandante Guélas vem resolver os problemas. A razão de ser de tanta agitação reside no aspecto cultural paço arquiano, que tem as suas raízes na Terrugem, tanto de feição Tradicional (Linha Manelito da Carroça), como Ortodoxa (Linha do Ánhuca), como Protestante (Linha da Quitéria Barbuda). O livro "RIAPA ou Morte" é uma literatura importante na hora histórica e cultural que vivemos, por dois motivos: o primeiro, o essencial, consiste na substância da revelação, o casamento de Bajoulo e Tita dos Pés Sujos e o segundo, a forma esotérica de apresentar o assunto, o Bajoulo a beber sumo de laranja na boda. Tanto a forma e o conteúdo caminham de mãos dadas. O povo já não quer "segredos" e "enganos", quer a Verdade. Com este livro é reposta a verdade dos factos, escondida há séculos. O Comandante Guélas traz consigo uma Nuvem de Verdade, a promessa de todos atingirem o Pleroma. Guélas sabe que todos estão sedentos de Unidade!

www.riapa.pt.to