
É um habito da malta portuguesa, com certeza.
Háuma lógica na intimidação que preclude a ideia do são e honesto confronto.
A intimidação, pela ilicitude do desiquilibrio, mostra uma dupla face. A tentação do poder, e a emergência de vinganças passadas.
Sim, porque como me disse um amigo meu, a maldade é uma puta rodada, mas que nem por isso deixa de ser subtil.
Além disso, a intimidação é fácil, e só se torna eficaz quando o confronto de forças não presume qualquer competição honesta. E como tudo o que é excessivamente fácil, ou não tem qualidade, ou cedo ou tarde dá asneira...
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