A propósito do programa de ontem do Júlio Machado Vaz, recordo algumas das questões que sobrevieram à discussão que surgiu.
Falamos em modos diferentes de gostar das pessoas, e das traduções fácticas desses estados emocionais. No fundo, defende-se o relativismo necessário da formas de manifestação, como elemento necessário da diversidade intelectual.
No entanto pergunto-me até que tempo essa forma de amar, de conceder ao outro aquilo que somos nós, pode ser relativizado ao extremo, e colocado como uma escolha legítima.
Existirá mesmo uma total ausência referencial dos modos de gostar de uma pessoa?
Ou será a compatibilidade apenas uma lógica implacável, relativamente à qual nem vale a pena estabelecer directrizes?
Falamos em modos diferentes de gostar das pessoas, e das traduções fácticas desses estados emocionais. No fundo, defende-se o relativismo necessário da formas de manifestação, como elemento necessário da diversidade intelectual.
No entanto pergunto-me até que tempo essa forma de amar, de conceder ao outro aquilo que somos nós, pode ser relativizado ao extremo, e colocado como uma escolha legítima.
Existirá mesmo uma total ausência referencial dos modos de gostar de uma pessoa?
Ou será a compatibilidade apenas uma lógica implacável, relativamente à qual nem vale a pena estabelecer directrizes?
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