O casamento enquanto contrato cível sempre me pareceu algo absolutamente contrário ao principio do amor concretizado numa união de vida entre duas pessoas.
Uma aberração do positivismo jurídico aplicado a elementos da vida humana que deveriam estar isentos de qualquer regulamentação que não a da vontade emocional das pessoas.
4 comentários:
Mas torna tudo mais barato, vai por mim. :D
Se a vontade emocional for suficientemente sólida o papel não incomoda nem desvirtua. É só um complemento.
E bem jeitoso quando a vontade se desmorona, uma vez que os sentimentos que então sobram não poucas vezes não impedem os aviltamentos, sendo o mais frequente ao património... nisso dá um jeitão a coisa do regime de bens, vai por mim.
Se duas pessoas partilham os mesmos bens economicos (uma casa, um carro) têm de ser enquadrados juridicamente.
Não vejo nenhuma aberração nisso.
És um lírico... e eu tb! :)
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