No filme "Whale Rider", vemos alguém que apesar da consciência de ser alvo de um amor alheio incondicional, não consegue erguer-se até ao patamar exigido.
E confunde-se o personagem porque se sabe susceptível dessa afeição, mas não encontra a certeza do merecimento em parte alguma, apesar de todos os esforços, apesar mesmo de cantos e a rendição das baleias.
Podemos transcender-nos, ou tentar, mas chegar ao que gostaríamos de ser perante um olhar que vê sempre mais á frente, pode ser terrivelmente complicado.
Ama-se, exige-se.
Mas qualquer excesso conceptual é perigoso e eventualmente doloroso.
Tornam-se marcas de tanto querer, julgo eu.
2 comentários:
Olá my darling! Post auto-biográfico, é...?
Beijos
Como tens razão...
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