A força de uma mentira depende da convicção com que a depositamos no outro e a credibilidade intrínseca. A credibilidade depois divide-se em dois factores para que a mentira resulte.
Ou tem de ser de tal forma absurda que ninguém teria a coragem de a mencionar como sendo um facto real, ou está de tal forma escorada numa credibilidade do senso comum que a argumentação corroborativa assemelha-se a um colete à prova de balas.
Vá lá, quantos de nós já não pensaram que aquilo que alguém nos dizia era tão quimérico que ninguém se atreveria a tentar vendê-lo a menos que por alguma alta improbabilidade da vida, tivesse realmente acontecido?
1 comentário:
Eu, que caio sempre e acredito sempre em todas as tangas porque me parece estupido que me mintam: mas que interesse é que teria em contar-me isto se não fosse mesmo verdade?
Ahh, e também acredito em tudo porque não minto, e nem me lembro que existe essa possibilidade. ;)
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