Desancar a Margaridinha como il faut...
Bravo, Bravo, Bravo...
Bravíssimo!!!
Brilhante e hilariante.
E destaque-se já a imensa coragem de João Pedro George por ter conseguido ler e dissecar a panóplia de pessegadas escritas por esta senhora. Ainda por cima a mulher nem sequer se esforça por disfarçar... Pior que isso, só ler o "Rio Piedra" do Paulo Coelho até à página 15...
(Se soubessem o que me custa criticar o que alguém escreve, porque é algo que normalmente não faço porque julgo que a criação é sempre de louvar, perceberiam até que ponto esta senhora consegue tirar do sério qualquer pessoa que faz um esforço sério por amar livros, sejam eles melhores ou piores. Depois de ler esta recensão crítica, fico mais descansado relativamente aos meus maus fígados...)
ESTAÇÕES DIFERENTES
"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."
Stephen King - "Different Seasons"
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4 comentários:
a questão é: até que ponto é que esta senhora cria?
Também postei no meu, vale mesmo a pena.
Hehehe, lembrei-me logo de ti quando coloquei isso no me blogui :)
Realmente!
Nunca gostei desta senhora, mesmo sem nunca ter lido nada dela. Acho que o meu sexto sentido estava certo! ;)
Excelente post! Dá para perceber que basta ler um livro da guiducha para se ficar com uma ideia dos outros todos!
Boa noite!
Bons sonhos!;)
Bem, eu li por alto o post do João Pedro e creio que lhe faltou dizer o essencial: porque é que a Margarida Rebelo Pinto vende tão bem (e não só em Portugal). Eu arriscaria apostar que na origem do fenómeno estão precisamente as razões pelas quais ela é tão criticada: a sentimentalidade, a repetição cíclica de temas e motivos, a linguagem simples e clara.
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