O silêncio que se pensava impensável, tornou-se afinal uma lógica, muito determinável.
As voltas que sentem estáticas, não são mais que amostras de delírio, necessariamente erráticas.
Aquilo que é feito de alegria impensada, é o produto de cada pedaço de originalidade dispensada.
A paragem dos papagaios num céu sem vento, são as escolhas alheias, cuja fundamentação é tão inexplicável como o seu intento.
O facto de não querer saber, não é verdade, trata-se apenas de defesas, nascidas de simples ansiedade.
O silêncio que se pensava impensável está cá por escolha, à espera que a mesma se torne consciente, e alguma redenção a recolha.
E nas percepções dos dias que se sucedem, na rapidez que entontece, vejo o imenso sucedido, porque se calhar, afinal tudo acontece.
Tornada incolor a consistência de cada pedaço de memória, deixa-se de lado uma possível e dolorosa realidade, para se tornar história.
O silêncio que se pensava impensável, e a vida daí decorrente, torna o passado já suportável, porque afinal, não é o presente.
2 comentários:
Parabéns por este blog fantástico que marca pela diferença.
Dizes aqui coisas tão extraordinariamente acertadas que, caramba!! Já te li seis ou sete vezes e continuo a achar que estás a escrever sobre o que eu sinto!! : ))
(andas-me a seguir, hun??)
Beijo e bom fim de tarde!!
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