Os modos de vida que nos são apresentados, por circunstâncias de vida, surgem como estranhos, mas depois encaixam perfeitamente. Primeiro estranha-se, depois entranha-se, já lá dizia o génio.
Acabamos por gerar a normalidade a partir do que surge inicialmente como gritante originalidade. Há quem diga que alguns aceitam a lógica do que são capazes. Outros simplesmente aceitam o receio como parte integrante de uma vivência, e entregam-se ao que são capazes.
Dificil aceitação aquela que se apega à normalidade. Aos códigos do que, sendo aceitável, simplesmente restaura uma noção de desespero em contagem decrescente perante o que toda a gente considera como "o normal objectivo".
E se aquilo que toda a gente quer tiver sido roubado? E precisamente por excesso de aceitação do que é considerado aceitável, ou bonito, ou mesmo desejável?
Ninguém responde.
E os pequenos crimes acumulam-se.
Quid Juris... ?
ESTAÇÕES DIFERENTES
"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."
Stephen King - "Different Seasons"
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2 comentários:
O incenso de eucalipto que percorre o meu pensamento circular, iluminado por uma luz que não se vê, diz-me que, é nas coisas simples da vida, nas pequenas coisas, que voltamos às origens...
Sim, é possível viver o passado no presente, basta querer e crer no futuro...
Disse-me quem já cá não está...
Pela janela desta sala, eu conheço o universo, afinal o mundo é pequeno para nós...
Eu não estou cá, já...
Aquele abraço!!!
Mas quem será este gentil comentador anónimo ? :)
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