"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."
Lamentamos parte das nossas transformações quando alguns dos nossos amigos estão próximos, e ainda assim, parecem ver-nos à distância.
Por culpa nossa, claro.
3 comentários:
maluco
disse...
A culpa é minha, a culpa é dos outros!!!
A distância não existe, num espaço socio-temporal que se pretende cada vez mais veloz e unificado por uma rede mundial, a tendência é olhar para dentro e quando olhamos para dentro, conhecemo-nos melhor do que aquilo que pensávamos conhecer!!!
Estou próximo de tudo e do nada, ao mesmo tempo, sinto o ambiente envolvente à minha volta como uma teia pesada e negra que envolve os corpos de quem ainda pensa, que viver é viver do acorda, trabalha e volta, ontem não me apeteceu voltar e se voltar é partir para outro lugar, então eu nunca fui quem imaginei ser e todos aqueles que conheci, hoje caiem em lágrimas que parecem rios de mudança, onde o vento afinal tem algo a dizer!!!
Os amigos não acompanham a nossa mudança e a culpa é nossa??? Isso é português? Estarei a ficar burra? Ou provavelmente dever-te-ias deixar desse terrivel vício de conjugar os verbos na 1ª pessoa do plural. Pessoa é singularidade. Individualidade.
"Porra, afinal não citei!"
lol - não amues, SKing... não amues...(hás-de explicar essa do "porra, afinal citei")
ó maluco, passa lá no meu estaminé porra! os malucos vêm só aqui parar pruquê???
3 comentários:
A culpa é minha, a culpa é dos outros!!!
A distância não existe, num espaço socio-temporal que se pretende cada vez mais veloz e unificado por uma rede mundial, a tendência é olhar para dentro e quando olhamos para dentro, conhecemo-nos melhor do que aquilo que pensávamos conhecer!!!
Estou próximo de tudo e do nada, ao mesmo tempo, sinto o ambiente envolvente à minha volta como uma teia pesada e negra que envolve os corpos de quem ainda pensa, que viver é viver do acorda, trabalha e volta, ontem não me apeteceu voltar e se voltar é partir para outro lugar, então eu nunca fui quem imaginei ser e todos aqueles que conheci, hoje caiem em lágrimas que parecem rios de mudança, onde o vento afinal tem algo a dizer!!!
A culpa foi minha, a culpa é daqueles!!!
Eh pá, ganda maluco!!!
Bom dia :)
Os amigos não acompanham a nossa mudança e a culpa é nossa???
Isso é português? Estarei a ficar burra? Ou provavelmente dever-te-ias deixar desse terrivel vício de conjugar os verbos na 1ª pessoa do plural. Pessoa é singularidade. Individualidade.
"Porra, afinal não citei!"
lol - não amues, SKing... não amues...(hás-de explicar essa do "porra, afinal citei")
ó maluco, passa lá no meu estaminé porra! os malucos vêm só aqui parar pruquê???
secalhar o distânciamente também é provocado por esse "-nos"
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