ESTAÇÕES DIFERENTES

"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."

Stephen King - "Different Seasons"


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quarta-feira, maio 31, 2006

É na normalidade dos nossos passos, dados todos os dias, e na observação dos detalhes, que encontramos as pequenas magias, os melhores truques, as mais inventivas desculpas para estarmos vivos. Para observar, para ver um pouco mais além, para esperar que os eventos nos deixem prontos a ter expectativa, para que a viagem seja tudo o que fazemos, precisamente porque é esperando a chegada que se procuram novas partidas.
Mas sempre sem abandonar a noção de que por vezes a tendência se altera, os fenómenos são colocados numa luz quente de Verão, e a serotonina acaba por convencer-nos que afinal, inventamos grande parte das cores com que pintamos as tendências da vida possível.
Por vezes é bom sentir um vento de bem estar, sem saber exactamente de onde sopra...

terça-feira, maio 30, 2006

E se a vida por vezes nos surpreendesse, como por vezes faz, e alguns sorrisos aparecessem como reflexos, choques feitos das pequenas surpresas da simplicidade do bom que encontramos?

sexta-feira, maio 26, 2006

PONTO G (?)
Esse renomado local onde parece que para as mulheres se torna possível passar da terra à lua em dois segundos, é para mim mais uma metáfora da dicotomia entre o desejo de compreender e a ausência de pedagogia.
Perguntar, inquirir, perceber, saber por interposta pessoa parecem pecados incongruentes com a lógica do amante competente e hábil. Há uma certa forma de paternalismo em alguns sectores da classe feminina, onde se diz à boca cheia que tudo deve ser intuido e percebido, mesmo que por vezes um pouco de comunicação pudesse fazer maravilhas pelos resultados finais.
O ponto G, que não duvido que exista, (espero que exista e que qualquer dia até possa tropeçar nele para que alguém desfrute ao máximo) é em muitas perspectivas, uma arma diferida de arremesso. É uma espécie de minimização que algumas concretizaram num conceito para justificar uma qualquer falta de habilidade na prática sexual.
Que diabo, se existe, e de alguma forma puder ser encontrado, porque não revelar? Porque não dar pistas quanto à sua localização para que posteriormente isso se possa repercutir de forma ainda mais satisfatoria entre os parceiros sexuais. Não será até uma forma de incrementar a afectividade porque se apoia na busca do maior e melhor prazer do outro? A mim parece-me que perguntar ou explicar não ofende, e por vezes dar uma ou outra indicação não é sinal nem de condescendência de quem a fornece, nem de inépcia de quem a recebe. São apenas uma forma de aproximação, e logo, parece-me, de melhoria.
O designado ponto G e a sua dificuldade de localização parece apenas mais uma forma de reforçar um certo mistério do eterno feminino, ao qual os homens só ascendem após aturada aprendizagem. Algumas mulheres, infelizmente, partilham um certo paternalismo que assenta na lógica de que a sexualidade masculina é evidente, ou seja, aquilo ou está de pé ou não, e pronto. E esse ponto G acaba por ser uma espécie de contributo para a separação conceptual entre a sexualidade feminina/complexa e a masculina/básica. Ora esta dicotomia não é falaciosa como é um perigo na manutenção da sexualidade saudável e exploratória. Por vezes não basta esperar. Por vezes podemos explicar, dar uma ajuda, e perceber a qualidade do parceiro com base no desempenho que faz de acordo com a sua vontade imaginação, e alguma indicação valiosa.
Existem muitos meninos do frango assado, que devem aprender que ser missionário durante demasiado tempo dá sono e é pouco piedoso afinal de contas, e muitas meninas que guardam um suposto segredo da sexualidade num silêncio expectante e até mesmo egoísta.
Bolas, qual é a lógica?
Se eu tivesse um ponto G, acho que tatuava uma espécie de seta subtil na pele que indicasse o caminho. Fora de brincadeiras, será que ao conhecermos os nossos pontos de prazer, não será uma melhoria de qualquer espécie de realcionamento darmos essa chave a quem queremos que o explore, para que aumente o prazer, e tudo acabe por ser melhor?
No fundo a ideia é sempre a mesma.
Ponto G, localização e forma de estimulação clitoriana, zonas erógenas preferenciais? Sim, podem ser intuidas e percebidas conforme os corpos se descobrem, mas caraças, se por exemplo se gosta mais de umas dentadinhas ao invés de um esfregão vigoroso, porque não dizer?
Se o ponto G está lá, é publicitá-lo a quem interesse! Porque só se pode adivinhar até certo ponto, e ter pior quando pode ser melhor é no mínimo, estranho e uma teimosia de certas tendências viciadas do comportamento social adquirido e respectivas limitações.
Ponto G à ribalta, já!


quarta-feira, maio 24, 2006

Muitas pessoas queixam-se.
Dos encargos, da trabalheira com os filhos, das lógicas mornas e repetitivas do que já não são relações mas uma espécie de sociedade por quotas unicamente com sócios de industria em co-propriedade de um imóvel que leva uma vida a pagar, das gorduras, do calor, do frio, do diabo a quatro.
Queixam-se que pouco muda e que tudo são obrigações. Disfarçam em discursos politicamente correctos a dilaceração que o quotidiano lhes provoca em troca de uma qualquer satisfação por objectivo supostamente cumprido. Remoem em silêncio o que o tédio das supostas escolhas traduz em sonolência. Só me lembro do John Cougar quando dizia "Life goes on, even after the thrill of living is gone".
E depois pergunto-me o porquê dessa rendição e algumas pessoas falam em crescimento e responsabilidade. Aquelas que supostamente transformam as relações numa espécie de pacto siamês onde o hábito e não o amor justificam ciumes, onde as convicções são substituídas por um código subentendido dos relacionamentos de longo prazo. Essa maturidade passa a ser a desculpa para a ritualistica assassina do espírito, do desejo de evoluir, tresloucar ou viver. Para não se procurar nada com uma paixão mínima, para que a música, as letras, as imagens, os formatos sejam não algo que se procura com o desejo de amar algo criado, mas um acaso ao qual de quando em vez até se presta atenção. Uma espécie de vantangenzita que se encaixou nos rituais de todos os dias, porque reagir é uma espécie de pecado contra a modorra vivencial.
Aceitam os papéis que uma rotina auto-infligida lhes deu, e escudam-se nessa ideia como se isso as ilibasse dos crimes que cometem contra si mesmos.
Sinceramente, ao menos os tipos que se desforram no trabalho e nada mais têm que isso, acabam por ser mais honestos. Esses não têm tempo livre porque escolhem não tê-lo, mas não agarram no que lhes pertence e estatelam-no contra uma parede de facilidades e rituaizinhos repetitivos. Esse não julgam que o sol se ergue e se põe justificado pelas coisas que há a fazer. Pelo que são obrigações ao ponto de as comprimirem numa espécie de torno pragmático que aniquila aquilo que as individualizou a certa altura. Aquilo que talvez tenha justificado que um beijo fosse furtado, ou que uma palavra mais arriscada fosse proferida. Aquilo que as individualizava numa conversa ou tornava a compra de uma prenda algo de entusiasmante, só para ver um sorriso. ( ao contrário da pergunta "que queres tu no Natal, que tenho de despachar isto". )
Sinceramente, muitas pessoas queixam-se da própria modorra em que se enterram, e as justificações soam um pouco como o "beyond my control" do Visconde de Valmont, ou seja, uma treta auto-indulgente.
Aceita-se a verdadeira solidão da falta de encontro dos comuns, e a genérica paixão que daí deriva, para se encetar um caminho do pragmático, onde as alegrias são por vezes pequenos espaços de transgressão, carcomidos pelo medo da vida adulta, e do que julgam ser obrigados a fazer.
Não se fortalecem amizades, nem se criam novas. Não se fazem ou descobrem coisas.
E depois, quando os relacionamentos se estatelam, entra-se na mais profunda e densa das merdas, em busca do conforto e da interacção daqueles que se negligenciaram por causas mais fortes que afinal redundaram na treta que sempre foram.
É por isso que essas muitas queixas soam sempre a auto-comiseração. São uma falsa questão, porque afinal de contas, é uma espécie de promissória de manutenção da boa vontade e interesse alheios quando as pessoas já desistiram delas próprias.
Enfim...

segunda-feira, maio 22, 2006

Estou em falta com alguém.
Quero agradecer á
Luna pela imensa gentileza e ajuda inestimável que permitiram que redecorasse aqui o estaminé, para o poder reabrir.
E já agora passem por lá porque ela tem sempre algo de interessante a dizer.
Obrigado, Luna :)
Quando nos deixamos ir, e percebemos que o percurso de vida nos colocou numa determinada posição, são os detalhes que nos colocam em cheque. São os pequenos elementos, as pequenas coisas, os pequenos passos. Somos nós confrontados pela vergonha suave dos nossos passos que nos transformam. Pelas escolhas feitas em momentos de tentação impossível, peranto os quais o silêncio dá respostas de conforto frio.
Somos feitos da lógica do que conseguimos aguentar. É por isso que as pessoas que nos dão pedaços de mais do que podemos suportar fazem o nosso quotidiano. São lancinantes porque dão-nos o mundo em respostas ao que não perguntámos.
E adoramos as pessoas que entram, que ficam, e nos constroem sem pedir licença. Sorriem-nos fazendo pouco da nossa bazófia, e são feitos do paternalismo necessário que deveria dar-nos a nossa verdadeira dimensão.
E detestamos o ponto a que somos finitos, à entrada de todas as antecâmaras do que pode ser cruel por nossa responsabilidade.
Somos o mundo associado em pormenores, acabado nas escolhas do que sabemos ser certo, mas só, acabado e seco.
Mas olhamos e a beleza está lá. Num simples acorde que nos adormece quando tudo se torna demasiado insuportável, e por fora o mundo fica na mesma.
A diversificação no quotidiano não é complicada.
As pequenas reinvenções derivam do interesse que achamos nas coisas. Se deixamos o mundo simplesmente passar por nós em cada uma das suas, ainda que pequenas, manifestações, tornamo-nos um repositório da nossa própria tristeza monótona.
São os pequenos rituais, e a capacidade de brincar com a simplicidade que trazem os instantes que depois se recordam. A lucidez não é significado directo de ausência de pequenos gozos. É talvez uma forma de os tornar mais intensos, pela lógica da alternância.
Muitas pessoas condenam-se a uma multiplicação de rituais e previsibilidades porque o apelo do conforto abafa o desespero. Porque a segurança é uma amante enfadonha mas regular.
Mas depois lá surge a queixa. A questão. O que se coloca em causa, simplesmente porque as fórmulas se esgotam, e o amor a tudo nunca é imóvel.
é a falta de diversificação no querer que tudo apodrece, acho eu.
Fui ver o Código Da Vinci. (atenção spoilers... se não viu o filme ou leu o livro, passe adiante)
E não entendo o hype. Os actores, tirando Paul Bethany e Ian McKellen que se entregam e parecem ter tido uma missão específica no argumento, andam numa sonolência que faz confusão. Eu, fã confesso de Audrey Tautou, fiquei desconsolado com a dormência que lhe é emprestada pelo guião, ou pela falta de convicção no material. A Hanks só lhe falta bocejar.
Eu, ser enfiado numa gruta nos últimos 3 anos, não li o livro, e como tal tive ao menos a expectativa do desenlace. No entanto, a intriga policial em si é fraquinha, embora as questões levantadas sejam interessantes, e mereçam uma investigação quando o tempo for mais simpático comigo. A ideia que o Graal seja Maria Madalena é muito interessante e faz algum sentido. É-me pelo menos mais simpática, porque reflete a noção de humanidade em Cristo, conceito muito mais consentâneo com a ideia que eu poderia fazer de religião, não fosse agnóstico.
Mas a questão que me colocou esta obra divide-se em duas:
1º - Porque terá isto chateado tanta gente? Porque terá a Igreja e a Opus Dei solicitado um boicote à obra? Na mesma linha do que foi dito da obra de Scorcese, eu considero esta última um filme muito mais certeiro, acutilante e mesmo terno. Logo, muito mais susceptível de chatear a molécula aos sectores mais fundamentalistas.
E a Opus Dei e o Vaticano enxofram-se por serem mostrados como um centro de poder sobre as massas, de influência e não mais que isso? A verdade chateia assim tanto?
2ª - O final da obra aponta para a experiência subjectiva de fé como sendo a única forma de entender estes fenómenos. A liberdade de sentir a experiência transcendental, porque a fé é essencialmente liberdade em crer num ente ou estrutura superior através de um juízo de afeição e convicção. O dogmatismo é apenas uma forma de criar um clube, não de propalar fé. E será sempre esse o erro das religiões dominantes. A tentativa de controlar e não esclarecer, de impor medo, e não esclarecimento.
Sendo assim, como pode ser este filme ou obra ou ataque? Quando até o suposto detractor da posição oposta à religião tradicional é visto como um fanático para o qual os fins justificam os meios?
Parece-me mais um produto de consciência pesada, por actos e posições que cada vez mais afastam as pessoas das religiões organizadas precisamente porque estas preocupam-se mais em controlar do que em mostrar alternativas a uma experiência de afeição e inspiração como é a sorte de crer em algu superior que supostamente nos protege e ama.
Como agnóstico, prefiro questionar pela liberdade intelectual. Pode ser mais solitário, mas pelo menos verificamos as nossas histórias.
Eu prefiro ter fé no meu semelhante, como dizia a certa altura Tautou, porque até podemos ser bons, e ao sermos, essa bondade e humanidade nasce de um impulso interno que é, em meu ver, o verdadeiro milagre.
O milagre da escolha que nos faz livres na escolha de um Bem criterioso e equilibrado.
Sim, Kant outra vez. :)
Bom dia a todos.

sexta-feira, maio 19, 2006

MORANGOS COM AÇUCAR... MAS AQUELE COLOMBIANO...
"Francisco Adam (o ‘Dino’ da série ‘Morangos com Açúcar’, em exibição na TVI) consumiu cocaína pouco tempo antes do acidente de automóvel em que perdeu a vida, no Domingo de Páscoa, 16 de Abril – e conduziu ainda sob o efeito da droga. Segundo fontes médicas que tiveram acesso aos resultados dos exames toxicológicos ao cadáver, os especialistas do Instituto de Medicina Legal, em Lisboa, encontraram cristais de cocaína (erytbronxylon, o nome científico) em “quantidade relativamente significativa”.As análises revelaram ainda no corpo de ‘Dino’ vestígios de anfetaminas e cafeína – estimulantes que habitualmente são adicionados à cocaína para aumentar o volume e potenciar os efeitos."
Correio da Manhã - consultar a notícia aqui
É estranho que recomece as hostilidades com algo assim, mas sinceramente é uma oportunidade de dizer alguma coisa sobre este assunto. Sobre aquilo em que assenta o que é comunicado aos jovens, o que lá chega, o que eles entendem como sendo a selecção do que é relevante na sociedade contemporânea. Não que eu tenha qualquer ideia, mas algumas coisas lançam-me na perplexidade de quem observa os fenómenos com um juízo subjectivo e comparativo.

Eu vi a série em questão duas ou três vezes. A indigência das tramas, dos diálogos e das representações era de tal forma incomodativa que me via obrigado a mudar de canal constantemente, como se evitasse a confrontação com uma cena embaraçosa. Mas tentei apenas perceber um pouco o fenómeno que ao contrário do que se pensa não arrasta só pré-adolescentes, mas gente com já bem mais que duas décadas de vida.

As miúdas são giras, os miúdos têm pinta, e tudo se passa numa espécie de abordagem enfeitada onde o suposto glamour dos petizes é levado ao extremo. Dir-se-ia o baywatch dos pequeninos, ou uma pequena agência de modelos nos subúrbios. Os enredos assentam no lado mais soft das problemáticas que envolvem estes jovens, com a dose suficiente de sexo subentendido para deixar a malta na ponta do assento.

Há quem diga que é para os miúdos, mas se há coisa que me irrita é esta noção de que discurso para os mais jovens tem de assentar em abordagens primárias, porque são todos muito burros e não entendem senão coisas prontas a comer. Chiça, se isso não é subestimar as pessoas, não sei o que será. Existem séries para jovens com alguma qualidade, pelo menos com algum conteúdo, que diabo. The O.C., ou mesmo o mais juvenil Dawson's Creek pelo menos faziam os miúdos e mesmo muitos graúdos, pensar um bocadito. E não deixavam de ser também entretenimento.

Mas parece que afinal o ídolo tem pés de barro. Espetou-se a alta velocidade porque vinha pedrado até à quinta casa. Que é um direito que lhe assistia, como a qualquer ser livre. Mas a glorificação que se fez, com direito a capa na Visão, escapa-se-me. Era um ícone de juventude e boa disposição que se perdia, que morria de uma forma reservada às supostas lendas. Mas afinal é apenas um miúdo que cometeu erros, foi burro, imprudente e pagou por isso com a vida, como tantos neste país. Aqueles que anonimamente ficam esquecidos na lógica das estatísticas, e que talvez percam a vida em circunstâncias nas quais a responsabilidade nãos lhes é tão atribuível.

O ídolo dos miúdos e alguns graúdos mostrou a mortalidade de que somos todos feitos, a imperfeição, a sujeição a más escolhas e erros que nos fazem humanos. Talvez isso transforme e leve o séquito de seguidores a pensar na densidade subjectiva de que é feita a vida, e isso contamine um pouco a superficialidade com que é contada a história daquele que é o maior fenómeno de popularidade televisiva da actualidade. Talvez a morte do actor sirva para reflectir, ou talvez seja algo que se varre para debaixo do tapete, num cenário que se quer leve e mercantilista. Servirá com certeza como exemplo do tipo de escolhas que fazemos, como talvez a pior forma de pedagogia, demonstrada por uma vida de alguém que até poderia vir a ter futuro como actor, já que pelo que me dizem, era dos poucos com algum talento no meio de miúdos com capacidade para pouco mais que regurgitar textos pouco inspirados, e mostrar os corpos perfeitos de juventudes pouco complicadas.

É pena que certas coisas tenham de ser vistas assim.
Francisco Adam inspirou muitos e mostrou-lhes da pior forma o cuidado que devemos ter ao errar. Por vezes o azar bate-nos mesmo á porta, e vem completamente sem açúcar.

Talvez essa seja uma outra perspectiva a mostrar. O grão de areia no herói malogrado, que mostra que a vida não é feita apenas de uma óptica.
Mas adiante com o açúcar que é Verão.

De volta.
Até já.

sexta-feira, maio 12, 2006

quinta-feira, maio 11, 2006

Vermelho e Branco serão as cores do retorno.
Tempo ainda desconhecido.
Just checking out my new home...