ESTAÇÕES DIFERENTES
"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."
Stephen King - "Different Seasons"
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terça-feira, março 13, 2007
Não sei se o Brett Easton Ellis ou o Chuck Palahniuk,podem ser chamados de Irvine Welsh americanos, mas até à data e em minha modesta opinião, o último leva a melhor.
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3 comentários:
O cabrão do Pallaniuk, pardon my french, escreve bem que se farta. Mas não o posso ler em TPM, ou dá-me um badagaio com tanto murro no estômago. O raio das hormonas põem-me a sensibilidade à flor da pele, irra. Ando há séculos a ganhar coragem para pegar de novo no Choke.
Li o Non-Fiction do Palahniuck numa tarde... Need I say more?
Abraço.
De tudos o que li dos três, o Welsh ainda me leva mais à certa.
O Trainspotting é uma coisa estupida de tão bom que é :)
Mas atenção, também gosto muito dos outros dois, embora ache os americanos niilistas em demasia. E ia-me esquecendo do Coupland.
O que gosto nestes tipos é a capacidade de denunciar e mexer no negro de forma bela e perturbadora, porque no denunciador há sempre um desejo de ver melhor. O niilismo puro e simples não é, para mim, nada. Gosto de socos no estômago, mas como forma de catarse diferida para algo que se vê como melhor, ainda que nada na expressão da arte em causa pareça adiantá-lo. :)
Sou um semi optimista, o que é que querem? :)
No caso do Palahniuk, o elemento afectivo que ele expressa tão raivosamente é indesmentível. Basta pensar na história com o pai e a madrasta.
Enfim, grandes artistas, grandes escritores. :)
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