A ideia de que se é diferente/original/"kindoffreakish" só porque se quer é semi-falaciosa.
A vontade pode não ter nada a ver com o caso.
A visão que nos entra pelos olhos pode ser barrada pelas pálpebras, mas quando as abrimos, os formatos mantêm-se. Logo, por muito que queiramos alterar o cenário, é como ele se nos apresenta, e da forma como o organizamos na lógica de vivência, que estabelece essa originalidade.
A merda é que por vezes as pedras voam, os rinocerontes têm cata-ventos na ponta do focinho, e as perguntas são sempre demasiadas.
E quando é bom por isso mesmo, então a confusão está lançada.
Sem comentários:
Enviar um comentário