"As coisas mais importantes ficam realmente guardadas porque de alguma forma se tornam imateriais quando saem. Como qualquer viajante não poliglota, a transmissão dos pragmatismos acontece, mas todo um universo de expressão é solto como uma espécie de canto de ave involuntário, que aguarda um ouvinte enamorado de composições ainda sem pauta. Acabo por ser aquilo que conforma a minha capacidade de gostar, porque é através dela que todo o meu universo psicossexual, ético e ontológico se filtra na construção da pessoa. Descaio para a rendição perante o que julgo melhor no mundo."(*)
Noves fora nada, ainda é mais ou menos isto...
(*) Recordando a ideia adiada de uma tatuagem.
2 comentários:
:-D
Parece talvez um pouco abstracto em demasia, mas não há outra forma de esgrimir as condições próprias de uma certa forma de estar. Rendemo-nos perante a inesperada morfologia do eco das imaginações. E como viver sem isso?
E lá vem esta malta das tatuagens LOL
...
by the way, fizeste-me desenhar e pintar aquela coisada toda pra nada, não foi?
Shame on you!
;)
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