Não tenho a mínima pachorra nem consideração por anónimos.
Normalmente se tenho algo a dizer às pessoas, digo-o, ou se a praça pública não é o local adequado, envio um mail ou uma carta, expressando o meu desacordo ou coisa que o valha.
O anonimato total, que se expressa através da ideia do toca e foge, faz lembrar os sacos de água suja ou os palitos nas campainhas dos prédios. A partir dos seis ou sete anos deixa de ter graça ou justificação.
Já o tinha dito, mas fica aqui novamente a chamada de atenção.
Normalmente se tenho algo a dizer às pessoas, digo-o, ou se a praça pública não é o local adequado, envio um mail ou uma carta, expressando o meu desacordo ou coisa que o valha.
O anonimato total, que se expressa através da ideia do toca e foge, faz lembrar os sacos de água suja ou os palitos nas campainhas dos prédios. A partir dos seis ou sete anos deixa de ter graça ou justificação.
Já o tinha dito, mas fica aqui novamente a chamada de atenção.
2 comentários:
E eu a pensar que os teus anónimos eram todos falsos anónimos. ;) ;) ;)
Let them be, my King. You're above it all, as usual.
A tua escrita é forte, violenta, bela, e marcante. Mas nunca se agrada a todos. E, mais uma vez o digo, não é imediata. É preciso saber e querer ler para conhecer as tuas linhas.
E tudo o que eu aqui deixar só irá ocupar espaço desnecessariamente, porque tu vales por tudo e mais nada aqui faz falta.
... dos nossos
Isso deve ser ainda resquícios de algumas dores de cotovelo.
Olha... sabes que mais? Já a minha avó dizia: os cães ladram... e a caravana passa!
;)
Beijos
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