Uma amiga minha enviou-me o magnífico anúncio que se segue, e que sublimará a opinião que tenho da corja de idiotas que assola as salas de cinema, dando outra designação ao termo má educação e falta de respeito pelos outros.
No outro dia estava numa sala de cinema a ver o (excelente e espartano) Michael Clayton, e tinha ao meu lado um animal de carga que revolvia o saco das pipocas como se estivesse a procurar ouro num regato do Yukon. Era um cagaçal tal que até a namorada lhe teve de dizer, depois de enfardarem a maioria das pipocas, que ele devia fazer menos barulho.
Associado a alimárias como estas, existem os míopes ou simplesmente mentecaptos, com claras dificuldades para ler, que não sabem o que quer dizer o anúncio em letras garrafais que passa simpaticamente no ecrã a instruí-los a desligar ou silenciar a porra dos telemóveis.
Isto é, no mínimo, falta de respeito, e sobretudo próprio de quem vai a uma sala de cinema com a clara noção de que desfrutar da obra é secundário perante o enfardamento sonoro do milho estourado associado a toques de telemóvel seguidos da frase "Agora estou no cinema... depois ligo-te". E isto claro, se tivermos sorte.
Martin, estou contigo.
Associação Amigos no Cinema, toca a reunir.
A estupidez fora das salas de cinema, para bem da arte e do respeito por todos.
No outro dia estava numa sala de cinema a ver o (excelente e espartano) Michael Clayton, e tinha ao meu lado um animal de carga que revolvia o saco das pipocas como se estivesse a procurar ouro num regato do Yukon. Era um cagaçal tal que até a namorada lhe teve de dizer, depois de enfardarem a maioria das pipocas, que ele devia fazer menos barulho.
Associado a alimárias como estas, existem os míopes ou simplesmente mentecaptos, com claras dificuldades para ler, que não sabem o que quer dizer o anúncio em letras garrafais que passa simpaticamente no ecrã a instruí-los a desligar ou silenciar a porra dos telemóveis.
Isto é, no mínimo, falta de respeito, e sobretudo próprio de quem vai a uma sala de cinema com a clara noção de que desfrutar da obra é secundário perante o enfardamento sonoro do milho estourado associado a toques de telemóvel seguidos da frase "Agora estou no cinema... depois ligo-te". E isto claro, se tivermos sorte.
Martin, estou contigo.
Associação Amigos no Cinema, toca a reunir.
A estupidez fora das salas de cinema, para bem da arte e do respeito por todos.
5 comentários:
Quanto aos telemóveis, nada a fazer, agora quanto às pipocas, é só escolher cinemas que não as tenham...
O Inferno, como habitualmente, são os outros.
Só falta mencionar aqueles ícones da boa educação que chegam sistematicamente depois do filme já ter começado e fazem levantar toda a fila para procurarem os lugares.
Gosto do Saldanha Residence, sem comes e bebes.
Beijinho. :)
...entendo que, Aqui...nunca
me safo de ser Pessoa...
......................e Idiota...!
enfim.siga______________________!
;)
beijos beijos
recorro a prática:
escolher os cinemas e depois os filmes, ou tentar ginasticamente conseguir, pelo menos fujir das pipocas
Eu gosto muito de pipocas, confesso...Mas caramba! Tento ser recatado, e só as tirar quando há barulho suficiente no filme que leve a abafar o som das pipocas...Sou conhecido por levar o belo do balde para os filmes mais inusitados.Mas no entanto,curiosamente também a ver o Michael Clayton,dei por mim a olhar fixamente para o casalinho semelhante ao descrito aqui (e nesse dia eu não levava pipocas...). Mas ultimamente tenho escolhido muito cinemas em zona livre de pipocas (como o clássico Londres, por exemplo...)
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