Conheci algumas pessoas que teimavam em definir a importância das histórias. Criavam uma espécie de padrão de qualidade das narrativas que iam bebendo ao longo dos dias. No entanto esse padrão era aplicado de forma mais rigorosa aos contadores, relatores ou inventores de histórias. O que não me parece muito exacto.
Existem de facto pessoas que conseguem cativar um interesse quase hipnótico mesmo quando lêem a lista de compras a fazer no hipermercado. Outras podem fazer do seu relato da versão inédita do Ovo de Colombo algo tão interessante como ver as ervas crescer.
Mas a história é sempre a história.
1 comentário:
Eu tento reinventar-me todos uns dias para que não caia na seca do segundo pressuposto...
:)
...mas não sei se consigo fazer da lista de compras uma aventura para os ouvidos dos outros... ahahaha
(onde estão os teus labels?)
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