Vem aí o Dark Knight. O calor parece que resolveu dar as caras. O trabalho (felizmente) é muito porque apetece fazer muito. Estou prestes a retomar as histórias deixadas a meio num período conturbado e confuso.
Não estou de volta ao blog, como de resto seria natural, exceptuando pelo facto de o ter utilizado ultimamente para divulgar o meu trabalho, coleccionador advertido e consciente de rejeições editoriais.
Foram tempo de percepção, de visão relativa a muitas realidades e o encaixe de cada uma delas de formas, por vezes, tudo menos prazenteiras ou optimistas. Talvez seja a progressão do tempo e das lógicas, mas salvo raros e insistentes marcos cimentados cá no burgo mental, as coisas parecem-me mais feias, menos plenas de cores e brilhos.
E é cada vez mais arriscado e inútil transpor o que está encerrado, pelo simples facto de que na esmagadora maioria dos casos não passa de eco demasiado educado, feito de assentimentos simpáticos. A exposição criteriosa confunde-se com sobrevivência, e talvez não devesse ser assim. Sei lá.
Nada de novo a Oeste, no fundo.
Até já.
2 comentários:
«Não é a voz que dirige a história, mas sim o ouvido»
Italo Calvino
E tens toda a razão! Vêm aí o Dark Knight :)
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