Ainda que por vezes não seja possível, pelas mais variadas razões, sejam elas endógenas ou próprias do ambiente circundante, não há como a evitar.
Complica-se demasiado a luz de um dia como este. A ausência de peso do ar sem cinzentos.
Problematiza-se demasiado mesmo quando o que ouvimos do outro lado são risos, e o que lemos são desejos de melhoras, ou de todo o bem simples disponível, e por isso, completo.
Foge-se demasiado ao impacto do prazenteiro, como uma equipa que tem medo de ganhar. As sobrancelhas tornam-se chavetas quando afinal há um raio de sol em cima de uma mesa onde algo fumega com o cheiro de mil felicidades e recordações teimosamente presentes, como são todos os prazeres simples.
Presta-se pouca atenção á amabilidade dispensada sem esforço, ao gosto provocado nos raros e especiais por nada mais que a simples forma de ser. Ouve-se raras vezes a musicalidade da admiração causada, do feito conseguido e devolvido em gratidão.
E num dia como este, ainda que envolto na complexidade de algo que se transmuta só com metade assente em razão, não restam dúvidas. É (felizmente) objectivo.
Pensa-se, e tornamo-nos algo semelhante á luz do sol.
2 comentários:
:)
...vou levar.
;)
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