A relação com a verdade é sempre curiosa. É, como dizer, reflexa. Melhor, dizendo, ecléctica. A malta vai aproveitando enquanto a coisa funciona, enquanto encaixa. A visão é engraçada, é boa, enquanto de alguma forma a perspectiva de alteração parece possível. Aliás, em muitos casos, não é bem uma perspectiva. É mais uma etapa. E então a observação deixa de o ser para ser uma análise. Uma avaliação. E a verdade passa a ser, como dizer, em si um ângulo. Só se olha através dele de quando em vez, porque em breve, ou de alguma forma, ela deixará de ser o que é, para, se tudo correr bem, passar a ser o que "deve".
E é aí que o impacto se dá. A verdade, na sua essência mais directa, e como todas as coisas mais próximas da perfeição conceptual, não tem mutações. Nem ângulos, nem perspectivas. Surge, nunca ameaçando imobilidade ou cristalização, excepto no momento em que existe. A verdade é inequívoca no momento em que é confrontada como tal. Se muda, nunca é a mesma. É outra. Não a mesma noutras roupagens por força do wishful thinking... acho eu...
A relação com a verdade é curiosa.
Muitas vezes é tão directa e transparente que definitivamente não pode ser aquilo...
E depois é...
E é aí que o impacto se dá. A verdade, na sua essência mais directa, e como todas as coisas mais próximas da perfeição conceptual, não tem mutações. Nem ângulos, nem perspectivas. Surge, nunca ameaçando imobilidade ou cristalização, excepto no momento em que existe. A verdade é inequívoca no momento em que é confrontada como tal. Se muda, nunca é a mesma. É outra. Não a mesma noutras roupagens por força do wishful thinking... acho eu...
A relação com a verdade é curiosa.
Muitas vezes é tão directa e transparente que definitivamente não pode ser aquilo...
E depois é...
1 comentário:
My way of joking is to tell the truth. It's the funniest joke in the world.
Bernard Shaw...and me. :)
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