ESTAÇÕES DIFERENTES
"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."
Stephen King - "Different Seasons"
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quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Não raras vezes, em conversas com amigos e conhecidos, chego à conclusão que não há um entendimento generalizado dos meios termos. Quer isto dizer que, nessas conversas, deambula-se entre a obsessão por alguma coisa, ou a distância higiénica de (quase) todas as outras. Uma prática recorrente, um gosto coleccionador, uma entrega a algo que exige tempo e esforço na sua concretização, vive algures no reino da obsessão ou, como eu prefiro, nos arrabaldes da "geekolandia." Há uma espécie de distanciamento quase "crescido", que não entendo muito bem, e que diz respeito à vida onde tudo é feito com suposta parcimónia. Devagarinho pá. Com contenção. Ecléctico, mas com moderação "adulta", certo?
No fundo, é espantosa a quantidade de pessoas que não tem qualquer "disparate" pessoal arauto de alegrias ou expectativas cíclicas, mas vivem numa relação diplomática com tudo porque efectivamente não sentem curiosidade por quase nada. O que não me chateia. O seu a cada um, não é? O que me aborrece não é sequer o letreiro geekish, ou algo parecido, mas o ar "crescido" com que qualquer sorriso condescendente dos equidistantes qualifica tudo o que faz tremer a vida a alguns, por oposição ao nada reiterado e cool que segura a deles. Como accionistas maioritarios da "CimporSocial", são como monos que ali estão, qual farol do bugio, a observar o bulício das "crianças". Sim, monos. Afinal, se eu visto a t-shirt proto-geek, posso apelidá-los de penedos que se arrastam num monocarril conversacional.
Obsessões?
Com certeza. Seja lá o que for que lhe chamem, quero sempre mais uma dose.
(Esta é a minha casa e aqui digo os disparates que me apeteça. Não lhe mostro a língua porque afinal a boa educação é inegociável.)
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1 comentário:
:)!!!
(Eu mostrava a língua...!!!)
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