De alguma forma, calculo que todos (também) se recordem dos marcos representativos do último momento em que foram inocentes.
E que tenham dúvidas acerca da necessidade da nostalgia abstracta e sensorial, face ao ganho de percepção. Entre o calor irresistível da ilusão e o banho de luz da verdade feliz (ok, às vezes), a hesitação é normal, mas a escolha parece óbvia... A última até pode ter o efeito das duas.
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