É uma premissa absolutamente triste, pois o exercício do poder, nas suas mais variadas asserções, está intimamente ligado a essa capacidade de manter o essencial, por mais que este se distinga de pessoa para pessoa.
Não é dramático, é só triste. E embora haja a obrigação ou necessidade de continuar a tentar, fica o alívio de não ser necessário render algumas coisas em nome de uma paz que não seja fundamental. Em suma, cumprir obrigações, mas não à custa de aceitação de outros exercícios de poder. Não se tem de aceitar tudo. E sinceramente, não quero, nem acho que ninguém queira ser aceite sem fazer qualquer ideia de qual o seu contributo sem ser pragmático.
É simples.

1 comentário:
compaixão é embalar sem medo, acolher sem achar que o bicho vai mostrar os dentes ou mudar de pele.
E ter a esperança de que talvez os seus olhos encarem o escuro como outrora
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