ESTAÇÕES DIFERENTES

"The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revelations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear."

Stephen King - "Different Seasons"


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quarta-feira, outubro 31, 2007

Eis aquilo que já anteriormente disse sobre Vasco Pulido Valente e seus discípulos lá perdidos na verborreia da vaidade intelectual traduzida na injustificável e gratuita detracção de tudo o que não seja uma estranha e insondável bitola de qualidade - ouvir aqui.

Se já não gostava do personagem, fica a ideia, também magnificamente traduzida
aqui.
E, como diz MST ( pessoa com a qual também discordo e que por sua vez também lança um ocasional arrogância em excesso, mas cuja atitude e visão concordo mil vezes mais do que a de VPV), realmente VPV apenas merece pena, por ver uma inegável e imensa inteligência tão roída pela inveja, pela desonestidade intelectual própria de quem nem sequer se consegue enxergar. A história da secretaria de Estado da cultura é deliciosa e absolutamente conclusiva de uma soberba no mínimo anedótica.

quinta-feira, maio 31, 2007



A beleza das manifestações amorosas também está no esforço não de criação, mas de recriação das mesmas.

O melhor naquilo que somos capazes de sentir, é a construção que operamos em nome da afeição, do amor, como um derivativo a jorro criativo e não a gotas de hesitação.

É com os ensinamentos do que o fazem com a graça suave de quem domina a estrutura emocional que aprendemos a ser um pouco mais nós.

Aprendemos a perguntar, porque os sorrisos que provocamos surgem como um mistério que ainda por cima de transmuta em apetite.

Amor é também apetite, não na asserção talvez mais frequente e imediatista, mas reflectida no anseio pela criatividade do outro.

Nos trejeitos, nas formas de estar, nos detalhes, na capacidade de provocar por um detalhe conhecido pelo próprio, mas tão unicamente exteriorizado pelo amante.

Espelham-nos com generosidade.

Aprendizagem e modos de sermos melhores do que talvez até sejamos.

Sorte.