Tiro o chapéu a Diablo Cody.
"Juno" é uma gema como há algum tempo não via. Um filme pleno de uma habilidade fabulosa em transmitir sentimento a rodos e evitar o vomitante delicodoce com a destreza de uma patinadora de gelo às piruetas. Terno, comovente, tocante, hilariante, e esperto que se farta. Mesmo, mesmo, mesmo esperto.
Voltarei a este filme, porque há tanto nele a comentar, tantos assuntos relevantes, que o tempo não me permite agora fazê-lo. Mas "Juno" é, até agora, o filme que mais me tocou, de entre os Oscarizáveis. Só me falta "Attonement" e "No Country for Old Men".
A saga continua...