Provavelmente, a peça de teatro e consequente produção cinematográfica mais detestada por César das Neves e Cia.
Uma obra esplendorosa, corajosa e belíssima que deveria incrementar todos os amargos de boca referentes às vergonhas inerentes a qualquer forma de preconceito, aqui retratado de forma arrepiante e brilhante.
Bate aos pontos o ensaio de porrada gore que aquele moço indicou para crianças de terna idade na megalomania sanguinária do Mel Gibson... Espera... bate não, é diferente, coisa que para o pároco da aldeia é certamente para os perdidos... Mas tem anjos, deve ser blasfémia, pois claro...