O acaso faz coisas engraçadas. Por pormenores que nem sequer vale a pena discutir, devido à sua aparente falta de lógica, algumas coisas acontecem. Parecem encenadas para nós, com todos os requintes de um encaixe situacional puro. Mas é uma sorte ou numa espécie de interpretação simétrica, um azar. Daqueles que parecem construídos artesanalmente. Tem requintes, por isso parece vivo, mas somos nós que lhe damos a força vital. Por vezes não se passa nada de especial, mas o evento tem tudo de único. Porque é nosso e porque a marca que fica é impassível de traduzir.
É esta a mais comum forma de isolamento que existe. E a mais eficaz, infelizmente.