"As coisas mais importantes ficam realmente guardadas porque de alguma forma se tornam imateriais quando saem. Como qualquer viajante não poliglota, a transmissão dos pragmatismos acontece, mas todo um universo de expressão é solto como uma espécie de canto de ave involuntário, que aguarda um ouvinte enamorado de composições ainda sem pauta. Acabo por ser aquilo que conforma a minha capacidade de gostar, porque é através dela que todo o meu universo psicossexual, ético e ontológico se filtra na construção da pessoa. Descaio para a rendição perante o que julgo melhor no mundo."(*)
Noves fora nada, ainda é mais ou menos isto...
(*) Recordando a ideia adiada de uma tatuagem.