Por vezes existem pessoas que não conseguem mais.
Ou só conseguem até ali.
Quantas vezes se consegue imaginar " e se o meu limite fosse aquele?" ou " e se naturalmente só gostasse daquilo"?
E penso até que ponto as mortes de tais recortes de vida, vestidos de soluções, não são tão equiparados ao que fazemos nascer ou morrer no decurso de cada um dos dias em que escolhemos ser diferentes de todos os outros. Ou melhor dizendo, sendo nós?