Enredados nos pragmatismos, falta-nos o fôlego e a percepção correcta para avaliar senão o mais imediato. E falhamos, em detalhes e acções. Pelo simples esforço de cruzar a esquina e clarear a vista, agir mais ponderadamente e falhar o menos possível.
É nos rostos dos que não vejo, dos que me vão falhando que vejo a destruição higiénica do meu tempo, e a antecipação dos instantes de ultrapassagem.
Mas há sempre alguém mais teimoso.
E costumo ser eu.