No quase silêncio das vozes que ambos ouvimos, faça-se então esse silêncio. Recordemos o dia em que apareceste e deixem-me sentar o corpo. Observar-te na passagem brava dos teus passos pelos meus dias. Sorrir, desassossegado. Dizer as palavras sem voz, tocar sem luz.
Imaginar-te no mundo e ficar assim.
Sorrisos, patas pequenas, alfarrobas, vermelhos.
Tudo é pele magnetizada em rocha.
Mais uma pulsação para o mundo.
Curva impensável, dança de paladar.
Vénia. Mãos. Sol.
E lá algo dá à cauda.
Big Fish in small pond. Em tudo.
Feliz Aniversário, Lover!!!