ESTAÇÕES DIFERENTES
Stephen King - "Different Seasons"
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terça-feira, agosto 30, 2005
Dá-se sempre pouca atenção ao perigo inerente aos julgamentos, egoísmos e indiferenças.
Não era o Fitzgerald que dizia que:
"Whenever you feel like criticizing any one," he told me, "just remember that all the people in this world haven't had the advantages that you've had (...) Reserving judgments is a matter of infinite hope."
ou então outro senhor, mais contemporâneo e para muitos menos ilustre:
Threw you the obvious and you
flew with it on your back,
a name in your recollection,
Thrown down among a million same.
difficult not to feel a little bit disappointed
and passed over
when i've looked right through
to see you naked and oblivious
and you don't see me.
But i threw you the obvious
just to see if there's more behind
the eyes of a fallen angel,
the eyes of a tragedy.
Here i am expecting just a little bit
too much from the wounded.
But i see through it all and see you.
So i threw you the obvious
to see what occurs behind
the eyes of a fallen angel,
eyes of a tragedy.
Oh well.
Apparently nothing.
You don't see me.
You don't see me at all...
Maynard James Keenan - "3 Libras"
Perfeitamente compreensível, dado o tom mais recente deste meu local.
Mas lá se vão as minhas hipóteses de publicar alguma coisa.
Fiquei apreensivo.
Eu devia saber.
Era muita fruta.
Lá se vão metade das minhas visitas.
(brincadeira, ok?)
segunda-feira, agosto 29, 2005
Na era do chamado investimento pessoal, das procuras de sustentabilidade para um suposto sentido para as respectivas vidas, ainda assim surgem, a espaços, os queixumes ( por um lado justificadíssimos) das ausências.
Ausências do essencial, do que deveria ser um automatismo da vida socialmente considerada. Aquela ausências que raramente são perceptíveis pela unidade constituída de pessoas, estratificadas pelos laços sanguíneos ou afectivos.
Talvez por isso alguém se preocupe realmente, embora tema que esteja a falar para o boneco.
The most important things are the hardest things to say. They are the things you get ashamed of, because words diminish them - words shrink things that seemed limitless when they were in your head to no more than living size when they're brought out. But it's more than that, isn't it? The most important things lie too close to wherever your secret heart is buried, like landmarks to a treasure your enemies would love to steal away. And you may make revalations that cost you dearly only to have people look at you in a funny way, not understanding what you've said at all, or why you thought it was so important that you almost cried while you were saying it. That's the worst, I think. When the secret stays locked within not for want of a teller, but for want of an understanding ear.
Stephen King - Different Seasons, "The Body" - 1982
sexta-feira, agosto 26, 2005
We were drinking like the Irish
But we were drinking scotch
Bartender turned on a movie
Everybody turned to watch
And every single eye was gleaming
As he reached the final scene
Well, at least mine did
Here's lookin' at you, kid
It's a mad mission
Under difficult conditions
not everybody makes it
To the loving cup
It's a mad mission
But I got the ambition
Mad, mad mission
sign me up
I think I've seen the look before,yes,
it's kind of non-commital
It says come hither, baby,
but then he's hard wood to whittleit
says it don't mean a thing,
but still, somebody does
He'd like you to join the club that likes to say
there's no such thing as love
and
It's a mad mission
Under difficult conditions
not everybody makes it
To the loving cup
It's a mad mission
But I got the ambition
Mad, mad mission
sign me up
Sometimes you find yourself
flying low at night
Flying blind and looking for
Any sign of light
You're cold and scared, and all alone
You'd do anything just to make it home
It's a mad mission
Under difficult conditions
not everybody makes it
To the loving cup
It's a mad mission
But I got the ambition
Mad, mad mission
sign me up
Sign me up
Patty Griffin
quinta-feira, agosto 25, 2005
quarta-feira, agosto 24, 2005
Porque há quem tente chegar aos outros de formas que parecem conhecidas, mas construidas de forma singular.
Os gabirus ou "homo engatus compulsivus", especimen abundante na savana urbana, são animais noctívagos com hábitos de acasalamento curiosos, ou seja, todos os possíveis e imaginários.
Animais solitários, alimentam-se do que conseguem apanhar, como respigadores.
Embora sejam animais competitivos, raramente têm refregas por território, já que vivem em comunidade aberta de oportunismo ecléctico. Rugem à passagem, mas essa é toda a intimidação de que necessitam.
De pelagem vistosa, são animais que se ornamentam conforme a estação do ano.
No final do ultimo conto de Dubliners, "The Dead", de Joyce, um personagem mata-se por amor.
Deixa que a chuva gélida sele um destino de enfermidade, porque simplesmente já não quer saber se vive ou morre perante a ausência de correspondência por parte do seu objecto de desejo e afecto. Há uma entrega exausta ao que o consome, e ficamos mudos perante a beleza triste desse instante.
Leio aquela prosa que parece quase irreal de tão perfeita e bela, e fico no entanto com esta noção.
Aquilo que poderia ser um sentimentalismo, é respeitado genericamente porque está (maravilhosamente) integrado da obra de um grande escritor.
Mas pergunto-me o que fariam os arautos do neorealismo perante um facto destes. Que diriam, como qualificariam, especialmente se estivesse algures enquadrado numa narrativa de folhas profusamnte escritas?
Poderá o cinismo dos tempos actuais aceitar a seriedade de algo que parece perdido nos tempos idos de um romantismo que ninguém recorda, mas que transpira por vezes, à sua maneira, nas mensagens subtis de um desespero silente perante a denúnica supostamente elegante de uma descrença genérica?
Que diríamos nós perante a morte por abandono amoroso completo?
Como suportaríamos a demonstração factual daquilo que parece apenas feito para sustentar incredulidades?
Ecos de idiossincrasias nossas que automaticamente nos colocam próximos a uma perspectiva. Essa perspectiva pode ser a antecâmara de uma afeição, porque a coincidência dos códigos gera uma alegria espontânea. Aquela que é gerada no reconhecimento dos conceitos e intenções como sendo mais que uma alegoria solitária de um modo de vida.
E é essa a verdadeira ausência de solidão.
A troca das ideias, o espírito das percepções, o partilhar sussurado dos disparates mais esconsos e internos.
A procura por coisas assim nunca é excessiva.
É a arrogância dos tempos pragmáticos e do cinismo mediático que parece estar a mais.
Ou pelo menos, ser demais.
terça-feira, agosto 23, 2005
Não que não hajam ideias ( se são boas ou não é que se torna logo noutra conversa), mas estão atravancadas à porta.
Mas uma coisa desde já fica como introdução.
As pessoas tendem a ter pouquíssimo cuidado com os outros.
E queixamo-nos das espécies daquilo que geramos.
A mais das vezes.
segunda-feira, agosto 22, 2005
Idiossincrasias - as 5 menos
Solidão - É a praga, a doença social, a maleita do século e mata indiscriminadamente embora vá deixando sobreviventes moribundos. Causada por inércia induzida pela "urbanite", a solidão vive hoje em dia alimentada pela sôfrega demanda do sucesso pragmático e o individualismo confundido com individualidade.
Soberba - Malta armada ao pingarelho tira-me completamente do sério. E aqui está também todas as formas de preconceito e complexo de superioridade que nada mais são que expressões inconsequentes de uma imbecilidade tonitroante por parte de pessoas que se julgam mais que os outros sem qualquer fundamento "whatsoever"...
Ganância e Cupidez - As noções de sucesso estão muit interligadas à lógica do domínio, muitas vezes esconómico. A ganância, a pilhagem dos mais fracos por um desejo de poder são os principais responsáveis pelo que de mais inominável assola o planeta. Exemplos? Rwanda, Iraque, os milhões de crianças que morrem de fome diariamente, as guerras civis e fraticidas, a fome, a miséria e a escravatura mal disfarçada.
Ignorância (intencional) - Quem escolhe ser estúpido e completamente desinformado porque "não tem paciência para isso". Porque afinal de contas, a qualidade não está no que se sabe, mas naquilo que se deseja saber, e de que forma.
Maldade - Ela anda por aí. E não está explicada por factores sociológicos ou condicionantes civilizacionais. Existe de facto uma maldade presente um pouco por toda a parte, e pode ir desde osactos de agressão injustificada no quotidiano emocional de outra pessoa, aos horrores que o Chefe de Estado Coreano inflige ao seu povo. Na Coreia do Norte só há um nome para o que lá se passa. Maldade.
Idiossincrasias - as 5 mais
Amizade a sério - (desculpa imitar-te Lisa) Daquela que não receia gripes, nem palavras. Aquela que faz engolir em seco quando a bebida retira toda a prudência às manifestações de afeição. Aquela que lá está.
Compaixão e bondade ( não caridadezinha ou condescendência) Actos simples de uma tendência positiva que fazem com que nos rencontremos com o mundo. Fazer bem ao próximo. Na medida do possível. Não é necessário ser-se missionário em África para se ser boa pessoa. Sorrisos bem colocados e um par de gestos podem ser suficientes.
Sensualidade - O Sexo, o aroma, a silhueta, os rituais. A expressão do desejo numa dança sexuada de sentidos, palavras, formas de estar. A sensualidade é a carne viva de cada espírito.
Praia - Toda a praia possível é ainda assim pouca praia.
Livros ( BD incluída, claro!), muita música e muito cinema. - Tudo o que expresse a vivência numa representação de paixão necessária à vida possível.
5 álbuns
"Ten" - Pearl Jam - por todas as razões e mais alguma que surgem desde 1990
"Superunknown" - Soundgarden - Recentemente fiz uma dasquelas coisas que pensava já impossíveis antes de morrer - ouvi o Black Hole Sun ao vivo. Essa já ninguém me tira...
"Under The Table and Dreaming" - Dave Matthews - Que dizer dos satélites senão que são coisas que ornamentam o céu para além do impossível?
"13th Step" - Perfect Circle - Do principio ao fim, excelente.
"Laterallus" - Tool - Pouco menos que perfeito
(mas 5 é pouco...)
5 canções
Muito complicado escolher, mas lá vai...
"Black" - Pearl Jam
"Fresh Tendrils" - Soundgarden
"Plush" - Stone Temple Pilots
"Crash" - Dave Mathews
"Nooze" - Perfect Circle
5 álbuns no iPod ou outro
Parafraseando novamente, não tenho iPod mas tenho pena. Mas assim de repente, nos dias que correm:
"Garden State" Soundtrack
"13th Step" - Perfect Circle
"Final Straw" - Snow Patrol
"Happy songs for Happy people" - Mogwai
"Euphoria Morning" - Chris Cornell
5 MP3 na playlist
"The Ballad of Peter Pumpkin Head" - Crash Test Dummies
"Schism" - Tool
"You've got to hide your love away" - Beatles versão Eddie Vedder
"Fever Dog" - Stillwater
"Caring Is Creepy" - The Shins
domingo, agosto 21, 2005
sexta-feira, agosto 12, 2005
quinta-feira, agosto 11, 2005
Depois tornam-se até demonstrativos de mais uma forma, (de entre as 5656556754098674095867045645 existentes) que as mulheres têm de sentir alguma coisa, e de a expressar.
Entre nós, rapazes, existe uma ligação forte, mas não vai a este ponto.
Não desta forma. E as nossas lealdades são reputadamente longas e robustas.
Em que é que ficamos então?
Teresocas, Pocas, Anocas, Xanocas, Nocas, etc, são casos de polícia.
São uma espécie de corruptela de diminuitivos carinhosos que no entanto mais parecem uma espécie de colagem a tempos de juventude irreverente, com uma ligeira consonância a marcas de pastilhas ou batatas fritas. Pretende ser carinhoso mas mais parece uma continuidade aquela alcunha de liceu individual que todos ganham mas ninguém quer.
Mas quem os exibe demonstra um orgulho estranho no facto, já que ainda por cima é moda.
Enfim, maus fígados matinais.
Desculpem.
quarta-feira, agosto 10, 2005
Drink up baby down
Are you in or are you out?
Leave your things behind'
Cause it's all going off without you
Excuse me too busy you're writing a tragedy
These mess-ups
You bubble-wrap
When you've no idea what you're like
So, let go
Jump in
Oh well, what you waiting for?
It's all right'
Cause there's beauty in the breakdown
So, let go
Just get in
Oh, it's so amazing here
It's all right'
Cause there's beauty in the breakdown
It gains the more it gives
And then advances with the form
So, honey, back for more
Can't you see that all the stuff's essential?
Such boundless pleasure
We've no time for later
Now you can wait
You roll your eyes
We've twenty seconds to comply
So, let goJump in
Oh well, what you waiting for?
It's al right'
Cause there's beauty in the breakdown
So, let go
Just get in
Oh, it's so amazing here
It's all right'
Cause there's beauty in the breakdown
Frou Frou "Let Go" - Garden State OST

"Garden State" é uma daquelas pequenas maravilhas feitas de simplicidade, inspiração, desejo e emoção reais. Sem fórmulas. Onde os sofrimentos oscilam entre a pungência histérica e o cariz brando da habituação.

terça-feira, agosto 09, 2005

Good and bad
I swear I’ve had them both
They’re overrated
But is it fun
When you get hold of one
Some grow bad
And some grow back
Good ones all get taken
I’m calling blood
You ain’t strong enough
Wait and pray
You’ll pick on me
The day I raise my hand
Guess that I’ve been nice
But I’ll be damned
Halo
God only knows
Right behind me everywhere I go
Halo
God only knows
Right behind me everywhere I go
Say your prayers when you get scared
Pray you’re gonna make it
And then when you’re done
You keep fucking up
One day soon I’ll disappear
And if you’ll come
I’ll take you somewhere to go
To keep from growing old
Wait and pray
You’ll pick on me
The day I raise my hand
Guess that I’ve been nice
But I’ll be damned
Halo
God only knows
Right behind me everywhere I go
Halo
God only knows
Right behind me everywhere I go
OhOhOh
Disappear
The light is fading
Disappear
Outside their rage
Disappear
I’m tired of waiting
Disappear
Before we get away
Halo
God only knows
Right behind me everywhere I go
Halo
God only knows
Right behind me everywhere I go
Foo Fighters - Halo -
Nos surrealismos de um dia cinzento, recordamos os sentimentos de outros, porque se por vezes somos os carrascos sem culpa ou consciência, temos de saber que a fereza da nossa existência acontece assim mesmo.
Não há forma de explicar uma dor que se provoca, especialmente em algo tão puro, belo e generoso. Não há forma de aplacar a culpa de não podermos ser algo.
Mas tenta-se.
E prossegue-se.
E a administração americana a explicar porque raios é que a noção de direitos humanos e armas perigosas será diferente quando traduzida para coreano...
"To survive has required tenacity. Koreans are reported even to have murdered children and mixed their flesh with pork to eat. When I have encountered North Korean refugees in Asia, they look barely human -- stunted figures with sallow, terrified faces. Some North Koreans have tried to grow their own food, potentially a sign of independent thinking. But for years Kim had them stopped, though he has begun to open the economy slightly in the past three years. Those who protested were sent to an extensive gulag system, which may have resulted in the deaths of one million people. In this internal slave state, Becker suggests, tests of chemical weapons are carried out on prisoners, and pregnant women whose children were tainted with foreign blood have been forced to have abortions. Kim Jong Il has ''resisted adopting every policy that could have brought the misery to a quick end,'' Becker says, making ''the suffering he inflicted on an entire people an unparalleled and monstrous crime.'' "
Aliás, uma faixa completamente "sebem"! Gracias, batukada, for this stroll down memory lane...
segunda-feira, agosto 08, 2005
Um velocipede alegre sempre de primeira água que felizmente (para nós) voltou de férias.
sexta-feira, agosto 05, 2005
quinta-feira, agosto 04, 2005
Celebrizada por Robin Williams, (o qual apesar de algumas pessegadas histriónicas, é um óptimo actor), num dos filmes de culto e referência para grande parte da malta da minha geração, ( mesmo que muitos o neguem) Dead Poets Society , a expressão significava não só agarrar o dia, mas elevar o nosso potencial ao máximo da concretização. Fosse ou tivesse ela a morfologia que tivesse.
quarta-feira, agosto 03, 2005

ILÍACOS

Há grupos, há afinidades, há sobretudo qualificações necessárias.
Existem os temores, as intimidações.
O suposto bom e o suposto mau.
Os ghettos.
As linguagens de "rua" ( o meu asco pela linguagem abreviada continua de boa saúde...) e o código dos guerreiros.
Os arautos e os desejados.
As expectativas.
As mensagens subliminares enviadas a alguém que nem sabe o que procura, mas espera ser encontrado.
As coincidências e o serviço de pessoas desaparecidas.
Enfim, pela Internet se comunica, é verdade, mas as dificuldades permanecem. Encontrar os tipos certos de discurso torna-se uma tarefa digna de figurar num dos jogos da Santa Casa da Misericórdia.
E no entanto as imagens estão lá. Juntas a um livro preferido ou a devoção a um filme.
Junto à imensa cautela de um mundo que cada vez mais aprende a desconfiar.
Não faço ideia se estes sites produzem companhia ou não.
Sei sim que criam a expectativa. Criam a noção de que por mais remoto que seja o "bitaite" a enviar, ele será, pelo menos, ouvido.

A forma pela qual as pessoas se encontram e desencontram, faz lembrar um pouco o novelo de Ariadne. Andam perdidos numa espécie de labirinto onde infelizmente no qual deambula mais que um único monstro.

Quando se instala o medo e a irracionalidade feita de ataque á diferença, o terrorismo atinge a sua primeira e mais fundamental vitória.
A criação dos mecanismos de ódio à escala mundial traz ventos alarmantes.
Your Brain is 53.33% Female, 46.67% Male |
Your brain is a healthy mix of male and female You are both sensitive and savvy Rational and reasonable, you tend to keep level headed But you also tend to wear your heart on your sleeve |
Não sei bem o que isto quer dizer, mas coração na manga?...
A espaços, está mesmo na ponta dos dedos...
Via Charlotte
terça-feira, agosto 02, 2005
segunda-feira, agosto 01, 2005
Confessando a minha ignorância, sei que se trata de uma série de máximas que se aplicam a uma possivel explicação em termos de causa e efeito para os fenómenos. Mas não é Física. Trata-se apenas de avaliações espirituosas para aquilo que designamos de "saber de experiência" feito e um certo pendor que a realidade possui para parecer estranha a espaços desconcertante.
Olhamos para certo tipo de coincidências ou sequência de eventos que parecem controlados por alguém com um senso de humor no mínimo torcido. Mas esses elementos estão lá. E aplicam-se um pouco como a mitologia politeísta. Cada evento acaba por ter um Deus, ou uma observação pretensamente lógica, neste caso.
E da experiência que tenho, a noção que mais me vem à cabeça talvez até possa ser de criação própria.






