ESTAÇÕES DIFERENTES
Stephen King - "Different Seasons"
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segunda-feira, junho 02, 2008
sexta-feira, maio 30, 2008
A emoção é apenas uma parte do laço que une as pessoas. A afeição intelectual, o reconhecimento pelas qualidades, os gestos, a lógica do fazer bem e fazer por não podem, mais uma vez na minha perspectiva, estar afastados da relação com as pessoas, quer as amemos, sejamos grandes amigos, ou qualquer estágio intermédio. E alguns emotivos são incapazes de fazer isto. Com todo o respeito por eles, são pessoas que normalmente não me puxam, assim como eu provavelmente não os puxarei a eles.
Claro que por racional nunca se deve traduzir insensível. Racional é quem consegue sentir, no meio do sentir consegue ter alguma percepção do mecanismo que a aproxima de alguém, e até trabalhar nesse sentido.
Mas claro está, essa é a minha visão. Não tenho nenhuma guerra contra os Camilianos ;), mas gosto de os ver como parte de um ecletismo em sermos humanos. Coração e razão numa tentativa de sermos melhores ao (também) tornarmos melhores os outros. Nunca esquecer que amar e gostar é também entender, e só com o coração dificilmente se entende coisa alguma para além da pulsão própria. A ideia da dita paixão cega é, em meu ver, própria de um sectarismo emocional onde bem espremido só sobra o egoísmo de uma voracidade sentimental. Voracidade essa onde o próprio acaba por anular todos os outros porque só o que ele sente acaba por ser importante. E eu cá não dou para esse peditório. Podemos amar rendidos, e isso é algo muito bonito, mas nunca à custa de tudo aquilo que pareça não obedecer a esse apetite.
Equilíbrio. Emoção, sensibilidade, intelecto, entendimento, paixão, acção, dádiva. Tudo isto.
Mas cada um terá a sua ideia, claro. Desde que não prejudique ninguém com isso, preferencialmente.
terça-feira, maio 27, 2008
Grande realizador, também não se safava mal como actor. Vi-o pela última vez no excelente Michael Clayton, na sua classe serena de sempre.
É mais um daqueles nomes chave, recorrente em conversas sobre cinema, que necessita de passar à galeria das memórias e ser referido no pretérito.
Não tenho qualquer perspectiva romântica sobre a morte, ainda para mais sendo agnóstico. Parece-me, em muitos casos, sempre um fim injusto, e a injustiça revolta-me.
Ainda que não seja grande fã de "Out of Africa", fica aqui um vislumbre de um senhor do cinema para quem agora passam os créditos finais.
Corta...
While serving as an ambassador for reading, I made a statement that was construed by certain right-wing bloggers and commentators as a knock on the US military. That wasn't my intention. I like the troops just fine, and respect the hell out of their brainpower. I know that most of them read, because I send them books when they ask, and a lot do. I will continue to provide this service. It's the war our politicians--many of whom have never heard a shot fired in anger--have sent them to fight that I have a problem with. But that is neither here nor there. What concerns me is how many high school students either read poorly or choose not to read at all, unless forced to do it. Part of the reason is cutbacks in educational money that the national government used to provide. Part of the reason has to do with mistaken initiatives like No Child Left Behind, which teaches kids to pass tests but not to think or to rejoice in the language arts. Most teachers loathe the No Child program, and I don't blame them. Kids who read poorly do poorly on their SATs and have bad or barely acceptable grade-point averages. Many will be faced with entry-level jobs like clerking and handing out burgers from the drive-thru window. The best option for many is the armed services, because they see a chance to continue their educations and/or learn a marketable skill. Many will wind up in Iraq and Afghanistan. Some will die, because this is an entry-level position where kids wind up getting shot at. I love their courage, I wish they were there for a better reason, and most of all I hope that my remarks won't detract from the real problem: too many kids in America read for pleasure on the text-screens of their phones and hardly anywhere else."
segunda-feira, maio 26, 2008
domingo, maio 25, 2008
Este filme, esta pérola indie de humanismo é talvez a antítese de Dogville, se me é permitido o antagonismo. É uma história magnífica acerca da solidão, dos efeitos da culpa, das intensidades do sofrimento interno e da quietude da própria desagregação interna, que afinal pode acontecer sem histrionismo. É uma narrativa tocante acerca de algo que talvez possa parecer pouco provável mas é, gosto de acreditar, ainda plausível num microcosmo como aquela cidade cheia de neve, cinzentos e becos sem saída. As pessoas podem de facto escolher ser tolerantes e dar uma ajuda. E isso vai chatear a corneta a muita gente cuja tradução de qualidade ou honestidade é, hoje em dia, traduzida em niilismo.
Patricia Clarkson e Ryan Gosling são luminosos. Aquela brilha em qualquer filme em que entre, em qualquer frase que diga. Este é certamente um talento seguro da nova geração de actores e compõe aqui um personagem desconcertante e afável.
Até a porra da boneca faz um papel muito bom, destronando certamente a bola de voleibol de o náufrago como melhor personagem inanimado.
No fundo a ideia que me fica é muito simples.
É um filme que dividirá consoante a capacidade ou desejo de imaginar e perspectivar de cada um. Acho que de certa forma apela à capacidade de cada um em formar juízos improváveis, no meio de ciclones pessoais, no meio dos quais é necessário continuar a viver. Mesmo que doa, ou no caso de Lars, mesmo que queime.
Saí da sala de cinema com aquela sensação própria das coisas que realmente nos tocam. Aquela ideia de que digam o que disserem, algo neste filme é impassível de ser destruido ou vilipendiado. É tão internamente imenso que fica e resiste a tudo. De forma simples, despretenciosa e bela.
"Pequeno" grande filme.
sexta-feira, maio 23, 2008
quarta-feira, maio 21, 2008

O retorno de um velho amigo.
Adoro muitos outros quadros, mas este leva-me sempre a melhor.
Não sei bem porquê. Há algo de uma tristeza, beleza e conforto que jorram deste quadro como se o agigantassem para mim cada vez que o fito. Uma espécie de emoção real, sincera, que paira como uma névoa digna, irrecuperável, solene.
Ou então não sei porquê, mas adoro este quadro.
terça-feira, maio 20, 2008
segunda-feira, maio 19, 2008
Perto das escadas ouviu uma voz polida e educada, mas pouco empática. A menina que controlava a recepção perguntava-lhe o seu destino, e ele respondeu de forma ausente, mostrando uma carta. Ela pediu que se aproximasse, retirou-lhe a carta da mão com toda a delicadeza e pediu-lhe que se sentasse num dos cinco sofás que ladeavam o balcão da recepção. No meio uma mesa com revistas desactualizadas e cupões para cursos à distância.
Ela falou ao telefone e mandou-o subir.
André subiu pelo elevador até ao sétimo andar. Quando as portas se abriram, deparou-se com um corredor revestido a mármore, com longos tapetes de motivos árabes no espalhados pelo chão. Uma mulher de óculos na ponta do nariz e uma saia deliciosamente curta cruzou-se com ele e sorriu. Deixou cair um pouco do aroma de um perfume que André não sabia qual era. O desespero e o anseio tocaram uma vez à porta, mas ele consegui correr com eles. Não queria comprar nada. Naquele momento queria era vender-se. Esperava que a mercadoria pudesse de alguma forma interessar.
Na sala estavam quatro homens. Envergavam fatos escuros e dispensavam olhares inexpressivos mas que fitavam com firmeza. André sabia que estava a ser analisado desde o momento em que entrara. Queria pôr os pés para dentro mas não conseguia. Tentou sentar-se com segurança, mas deixou os ombros caírem um pouco para a frente. O cansaço era agora tão visível como o desespero e por mais que soubesse que tudo o que havia a fazer era engolir mais uma dose de desprezo antecipado e mostrar-se brilhante e fresco, deu consigo a ser incapaz de o fazer. Recordava o sono constante que tinha, aliada à dificuldade em dormir. Como uma espécie de picada constante que impedia o descanso de fazer aquilo para que servia.
No entanto, o instinto de preservação, moribundo mas incrivelmente teimoso, lançou um único alerta, fazendo com que André abrisse a mala e mostrasse o curriculum impecavelmente impresso, inserido em capas de plástico tornando o manuseamento mais simples e agradável.
Os olhares dos supostos entrevistadores amenizaram um pouco. O silêncio era feito de pedaços de realidade palpável e invisível, e ele viu-se forçado a baixar os olhos muito mais vezes do que seria aconselhável. Viu uma nódoa na lapela que o azul escuro tornara invisível. Ou assim ele esperava. As mãos tremiam. O mundo lá fora era um estômago torcido em forma de nó de marinheiro. Podia ser o atum ou a pressão.
A conversa começou como tantas outras. Discorrer sobre o passado, extirpar os supostos anseios e projectos de futuro. Percorrer os detalhes, ver uma espécie de anseio de vitória nos olhos, perceber os gestos. André estava em estado para tudo menos isso. Tinha uma dor de cabeça extrema, produto de uma descrença forçada pelo tempo e inadequação.
Acabou por saltitar com a máxima confiança que lhe era permitida entre as questões, as verificações de coerência, a suposta fluência do discurso, os variados registos em determinados cenários propostos. A entrevista correu mal, mas não tão mal como ele esperaria. talvez fosse chamado dali a três meses, mas ele não sabia, nem sequer poderia supor que algo passasse da normalidade da negação. Nada lhe fora adiantado. Tudo era um registo de faces cordiais mas duras, de retorno a um nada, do passar dos minutos sem fim ausentes do vislumbre de uma bandeira branca que dançasse como as tréguas da realidade.
Às três da tarde daquele dia, as mãos estavam vazias, o corpo perdido e transpirado dentro do fato, e as ideias fixadas numa ausência de soluções. Pressão na cabeça, fadiga constante, ideias mais ou menos trágicas ululando uma mensagem incoerente.
Retornou para o nada que tinha. Como habitualmente.
sexta-feira, maio 16, 2008
Com a colaboração da gentil Helena, encontrei esta pérola.
Obrigado.
quinta-feira, maio 15, 2008
A primeira série da dita série, passo a repetição, era uma pedrada no charco. Trazida pela HBO, chamava finalmente os bois pelos nomes e conseguíamos ouvir pessoas a falar de forma real e não como se vê na grande maioria da ficção onde, por exemplo, as pessoas em pura fúria homicida se dirigem uns aos outros com termos como "palerma", "idiota", "parvo", "indecente", fazendo lembrar a claque bem comportada dos gatos fedorentos. E se fosse só esse o problema dos diálogos, mas enfim, adiante.
A 1ª série estava igualmente matizada de cinzento, mostrando pessoas com características vincadas, mas sempre divididas entre elementos plausíveis, com reacções que espelhariam certamente as hesitações e perplexidades de qualquer vida adulta num ambiente cosmopolita.
Mas alguém se deve ter convencido que assim não se marcaria qualquer posição, e a coisa começou a descambar. De personagens convictas começou-se a mergulhar na caricatura, no exagero, e numa, em muitas situações, perfeitamente própria de um neo-feminismo condescendente, onde a figura masculina é pouco mais que um simplório com pénis e todos aqueles clichês supostamente de "gaja" são glorificados como uma espécie de tatuagem virtual de pertença à tribo feminina.
terça-feira, maio 13, 2008
quinta-feira, maio 08, 2008
quarta-feira, maio 07, 2008
Este é, parece-me, um claro pau de dois bicos. Não me parece que ninguém seja obrigado a adivinhar tudo, nem sequer julgo que seja possível. Claro que na defesa das idiossincrasias, talvez muita gente, senão toda, acha que algumas coisas devem ser obtidas e nunca apresentadas. No fundo, não é só o amor que não se pede. Há mais umas coisinhas, a bem dizer. Mas levar isso ao exagero é encerrar a pessoa num labirinto do indecifrável, e, claro está, a mais das vezes, não há pachorra nenhuma. Existem coisas que podem e devem ser ditas, quanto mais não seja porque a informação nunca servirá para nada se a pessoa em causa não interiorizar o que está subjacente ao espírito daquela. Se a vontade e a intuição não existirem, a informação é apenas mais um conceito que se fica rotineiramente esquecido no rol de itens de supermercado não escritos.
Não obstante tudo isto, até que ponto se poderá de facto "ensinar" as pessoas a fazer coisas? Poderemos ensinar a perceber? Poderemos ser ensinados a perceber necessidades e preferências? A produzir detalhes? A ter criatividade na dialéctica do "taco-a-taco"? Poderemos ser ensinados a recordar a tomada de iniciativas ou a perceber os disparates que se calhar até não o são?
Lamentavelmente acho que não.
Se acredito que ninguém deve encerrar-se num cofre e esperar que uma equipa de assalto lá retire algumas supostas preciosidades, também não creio que perante as pistas e o andamento da dinâmica entre as pessoas possa ser completamente corrigido o desconhecimento recorrente e total, bem como os tiros que acertam sempre vinte metros ao lado. Se temos de ensinar tudo a alguém, ou esse alguém a nós, a verdade é que a vivacidade necessária a sobrevivência de qualquer lado perde-se numa espécie de aula de GPS.
Existem coisas que só uma espécie particular de percepção permite apanhar, ou pelo menos, formular as perguntas certas. Essa percepção permite o jogo, o desarme e o confronto com a simplicidade das coisas mais importantes entre as pessoas. E o jogo é feito das pistas. Caraças, que piada teria o velhinho jogo do Cluedo se antes de começar já se soubesse que teria sido a Srª Corte Real, com o candelabro, na salinha?
A verdade é que a incompreensão perante o que deveria ser a normalidade das partidas cria cenários onde uns jogam ténis e outros correm atrás das bolas de lacrosse. Objectivos, regras e até sistemas de pontuação diferentes. Passando as metáforas desportivas, não se mostram cartões amarelos num jogo de basquetebol. E a incompreensão de códigos diferentes não deve surgir como exigência. E tentar entender deve sempre preceder o exigir. A análise antes da cobiça ou do ganho. E se o esforço empático for bem sucedido, deixa de ser esforço. É uma naturalidade emersa na liberdade absoluta que é entender alguém, e agir em conformidade com o que de especial a pessoa tem, e que acaba por ser a nossa motivação primordial.
Eu pelo menos acho que deveria ser.
Certas coisas não se explicam, e muito menos se exigem, por maior que seja a tentação.
Nada de excessos. Nem nos subentendidos, nem no evidenciar constante.
segunda-feira, maio 05, 2008
sexta-feira, maio 02, 2008
terça-feira, abril 29, 2008
terça-feira, abril 22, 2008
Há um antes e depois. Não quer dizer que haja um melhor e um pior. Há um antes e um depois, uma cor constante e lisa, sucedida por luzes brancas e negros eternos. Esses negros são edifícios do inconsciente que ruem e não há, em muitos casos, como os reerguer.
E se tivermos azar, estamos entalados."
sexta-feira, abril 18, 2008
Há de facto um erro nas pessoas que não se precavêm. Aquelas que, como eu, têm pouco cuidado com os actos passados e não os conseguem reverter em cautelas ou certos distanciamentos as interacções do presente ou futuro.
Cansa muito manter a perspectiva negativista. A lógica de que a nossa incapacidade de fazer certas coisas coloca as pessoas no mesmo comprimento de onda, é uma imprudência levada a cabo por um afecto que opera num equilibrio dinâmico e sempre em regime de compensação. Se forem como eu, fecham estupidamente os olhos ao lado negativo até onde puderem, e tentam simplesmente beber todas as gotas do positivo para que ele se torne dominante. O que me vale é que não o faço perante a maioria das pessoas.
Mas esta é uma perspectiva muito discutível. Muito sujeita a debate e contestação, porque afinal de contas tem como géneses e consequências coisas pouco bonitas. Coisas como a eterna roda vida da auto-avaliação e posicionamento versus as afinidades de pele e palavra. E é uma merda chegar à conclusão que em várias ocasiões estaremos sempre a perguntar-nos se o equilíbrio positivista que fazemos fará bem a todos os envolvidos.
É muito chato chegar à conclusão que, na maioria dos casos, a malta vai aproveitar-se. Porque pode. Porque não vê mal nenhum, porque não conhece outro registo, ou porque a mente, no esforço por esquecer e avançar, limpa o cadastro e aceita novas inscrições dos mesmos candidatos.
Mas o que vale é que nunca é o mesmo. E de cada vez que isso acontece, este processo acirra-se, porque se a boa vontade tem memória curta, a inocência perde-se na sua incapacidade de esquecer.
E afinal de contas, a bem ou a mal, vamos aprendendo...
quinta-feira, abril 17, 2008
É uma dialéctica total que se manifesta de muitas formas diferentes. Mas talvez os automatismos cúmplices o expliquem melhor que outra coisa. Aqueles que completam e criam as piadas e os que tornam uma conversa que parece repetir-se numa infinidade de desenvolvimento de um tema que parece o mesmo, mas nunca tem a mesma perspectiva.
Depois a percepção. A leitura do terreno acidentado, feito da pequena surpresa que cai tão bem como uma chuva de Verão num incêndio florestal. Aquele inesperado de quem prestou atenção e intervém no momento certo. Um reconhecimento. Uma preocupação feita de ternura sem finalidade cobiçosa.
O que é um laço?
É perceber.
terça-feira, abril 15, 2008
Não tinha ainda falado acerca da situação da aluna e da professora em pleno WWF na sala de aula, ou da tradução situacional implícita nesse acontecimento. A verdade é que, conhecendo vários amigos professores, aquela foi uma situação que em alguns (muitos ) locais se considera menor.
segunda-feira, abril 14, 2008
Dizer que não se exige é uma falácia. Pior, é uma hipocrisia acidental. Isso mesmo, esse conceito paradoxal mesmo. Uma hipocrisia acidental. A exigência faz parte da noção de sobrevivência que leva miúdos de tenra idade, sem a lição civilizacional do respeito pela partilha, a subjugar o semelhante porque a vontade surge soberana - Golding dixit.
sexta-feira, abril 11, 2008
quinta-feira, abril 10, 2008
segunda-feira, abril 07, 2008
quinta-feira, abril 03, 2008
Stephon Marbury e Steve Berry resolveram criar uma linha de sapatilhas acessíveis aos miúdos, sem as exorbitâncias de preços que a Nike e quejandos praticam de forma que por vezes roça o risível.
Fica aqui o site que vale bem a pena ver.
Dá gosto ver pessoas que ainda se preocupam realmente em fazer algo pelos outros.
Obrigado X., pela referência!
quarta-feira, abril 02, 2008
Provavelmente, a peça de teatro e consequente produção cinematográfica mais detestada por César das Neves e Cia.
Uma obra esplendorosa, corajosa e belíssima que deveria incrementar todos os amargos de boca referentes às vergonhas inerentes a qualquer forma de preconceito, aqui retratado de forma arrepiante e brilhante.
terça-feira, abril 01, 2008
Poderia ter sido algo mais inspirado, é facto, mas foi o que me ocorreu.
Muito obrigado a todos pelos simpáticos comentários e solicitude. É uma sensação indescritível o que se sente quando alguém realmente se interessa pelo que martelamos no teclado e ecrã.
Peço desculpas pela partida.
Um abraço a todos!
O programa segue dentro de momentos.
My only friend...."
E eis que o Estações Diferentes chega finalmente ao fim. Com tautologia e tudo...
Obrigado por tudo, por todos, e especialmente por me motivar a conseguir manter um diário, coisa que sempre fora impossível. Pela fantástica experiência e pela paciência...
See you all soon, some other time, some other place.